ANO 9 Edição 97 - Outubro 2020 INÍCIO contactos

Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves ; Dalila d’Alte, org.


Biografias de Cruzeiro Seixas e Eurico Gonçalves    

(Biografia elaborada com a colaboração da Fundação Cupertino de Miranda)

1920 Artur Manuel Rodrigues do Cruzeiro Seixas nasce a 3 de dezembro na Amadora. Afirma-se como um homem que pinta e não um pintor.

1935 Matricula-se na escola António Arroio e faz amizade com Fernando José Francisco, Mário Cesariny, António Pimentel Domingues, Fernando de Azevedo, Marcelino Vespeira, Júlio Pomar, entre outros.

1940 Passa por um período expressionista-neo-realista.

1945 Cruzeiro Seixas elabora os seus primeiros objetos, que mais tarde se fragmentaram e, dos quais, restam apenas algumas fotografias.

1948 Integra o grupo dos surrealistas com António Maria Lisboa, António Paulo Tomaz, Carlos Calvet, Carlos Eurico da Costa, Fernando Alves dos Santos, Fernando José Francisco, Henrique Risques Pereira, Mário Cesariny, Mário Henrique Leiria e Pedro Oom.

1949 Realiza-se a primeira exposição coletiva d’Os Surrealistas na sala de projeção da Pathé Baby, em Lisboa, na qual se afirma o corte com o Grupo Surrealista de Lisboa.

Participação de Mário Cesariny, Henrique Risques Pereira, Pedro Oom, Fernando José Francisco, António Maria Lisboa, Mário Henrique Leiria, Fernando Alves dos Santos, Carlos Eurico da Costa, Artur do Cruzeiro Seixas, António Paulo Tomás e Carlos Calvet.  Com os seus desenhos minuciosos e objectos agressivos feitos com arame e meias de seda, Cruzeiro Seixas era o autor das melhores obras. De um modo geral, nenhum se preocupava com o bom acabamento, nem com a perdurabilidade dos materiais utilizados. Cada objecto exposto nada mais pretendia ser do que um puro acto de liberdade da imaginação. Muito do que foi exposto perdeu-se. Mas a presença constante dos autores no local constituiu ocasião para discussões e acções improvisadas, por vezes irónicas (…) - Rui Mário Gonçalves.

1950 Assina diversos manifestos e folhas volantes.

Alista-se na marinha mercante. Viaja até à Índia e ao Extremo Oriente. Demonstra particular interesse por África.

1952 Fixa residência em Angola e inicia a sua coleção etnográfica.
Escreve os primeiros poemas.
Cria o objeto Mão.

1953 Publicação do texto coletivo A Afixação Proibida, com um desenho de Cruzeiro Seixas.

Executa retrato imaginário de António Maria Lisboa, como homenagem (após a sua morte neste ano), que é incluído na edição de A Verticalidade e a Chave.

1954 Concebe o objeto O Quotidiano (a chávena).

É autor dos desenhos para Os Braços Sobre a Areia, de Mário Cesariny, assim como dos seis desenhos para ilustrar a Titânia, História Hermética em Três Religiões e Um Deus Verdadeiro, com Vista a Mais Luz como Goethe Queria, que envia de África.

1956 Carta de Cruzeiro Seixas a Mário Cesariny (in M.C.V., A Intervenção Surrealista, Editora Ulisseia, 1966).

1960 Começa a trabalhar no Museu de Angola e cria um espaço de exposição, iniciado com um depósito de vinte obras feito por Manuel Vinhas, no qual figuravam nomes como Almada Negreiros, Bernardo Marques, Alice Jorge, Pomar, Nikias Skapinakis, entre outros. Aqui realiza algumas exposições em moldes absolutamente novos em Angola.

Contribui com um desenho para a obra de Mário Cesariny Alguns Mitos Maiores Alguns Mitos Menores.

1961 O Frontispício da Antologia Surrealista do Cadáver Esquisito é ilustrado por Cruzeiro Seixas, Mário Henrique Leiria, Cesariny e Simon Watson Taylor.
Edição de Planisfério e Outros Poemas, de Mário Cesariny, cuja primeira edição apresenta o poema Passagem de Cruzeiro Seixas em África.

1963 Contribui com obras (desenhos e objetos) para a publicação Surrealismo-Abjeccionismo, de Mário Cesariny.

1964 Com o eclodir da guerra colonial regressa a Portugal, viajando pela Europa.

1965 Executa ilustrações para Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica (Dos Cancioneiros Medievais à Actualidade), de Natália Correia e edição de Fernando Ribeiro de Mello, que originou um processo por “abuso de liberdade de imprensa”.

Faz três desenhos para A Cidade Queimada de Mário Cesariny.

1966 Em outubro, no número 40 da Colóquio. Revista de Artes e Letras, Fernando Pernes critica desfavoravelmente A Intervenção Surrealista e, particularmente, a obra de Cruzeiro Seixas.

Mário Cesariny cita Cruzeiro Seixas na 1ª edição de A Intervenção Surrealista, Publicada em 1966: O Sol é feito de delinquentes de delito comum, de gentes que não vêm em biografias em parte alguma e nunca vestirão ridículos fatos de bronze na praça pública

1967 Prefacia uma exposição de pintura de Mário Cesariny, na Galeria São Mamede, em Lisboa.

Na coleção Escritores e Artistas de Hoje, Mário Cesariny publica Cruzeiro Seixas.

É-lhe atribuída uma bolsa de estudo, da Fundação Calouste Gulbenkian, para estudar as gravuras de Goya, em Madrid. É também neste período que contacta com a obra de Gaudí, em Barcelona. Apresenta uma conferência na Galeria da Livraria Buchholz sobre os dois artistas.

Participa na primeira Exposição Surrealista em São Paulo, Brasil. Colabora, ainda, com texto e desenhos na revista A Phala, organizada por Sergio Lima, aquando desta exposição.

1968 a 1974 É nomeado consultor artístico da Galeria São Mamede, expondo Areal, Paula Rego, Mário Cesariny, Jorge Vieira, Julio, Carlos Calvet, Jorge Barradas, Vieira da Silva, D’Assumpção, Henri Michaux, Serge Poliakof, Eurico e o Grupo CoBrA. Organiza as primeiras exposições de Raúl Perez e de Mário Botas.

1969 Execução de cartões de tapeçaria para a Manufactura de Portalegre.
Participa com Mário Cesariny na Exposição Internacional de Surrealismo, organizada por Laurens Vancrevel onde conhece destacados pintores surrealistas holandeses: Moesman, Van Leusden, Kristians Tonny, Her de Vries.

1970 Adere ao movimento internacional Phases, fazendo amizade com Édouard Jaguer.

Colabora na revista holandesa Brumes Blondes.

Assina o Manifesto de Os Surrealistas, com Mário Cesariny e Mário Henrique Leiria.

Mário Cesariny prefacia a exposição 20 Bules E 16 Quadros de Cruzeiro Seixas, galeria São Mamede, Lisboa

1971 Publicação em Itália de La Parola Interdetta – Poeti Surrealisti Portughesi, de António Tabucchi pela Einaudi, onde se traduz para italiano alguma poesia de Cruzeiro Seixas.

Com Mário Cesariny publica 250 exemplares, numerados e assinados, de Reimpressos Cinco Textos Surrealistas em Português; Aforismos de Teixeira de Pascoaes e Contribuição ao registo de nascimento, existência e extinção do Grupo Surrealista de Lisboa.

Executa cenários para a obra Odisseia do Ser, para o Grupo Experimental de Ballet da Fundação Calouste Gulbenkian.

Colabora com António Areal na obra Chávena, Objecto do Quotidiano.

1972 Mário Botas dedica um poema a Cruzeiro Seixas.

Ilustra a História Trágico-Marítima, de Gomes Leal, edição de Fernando Ribeiro de Mello.

Expõe Henri Michaux na Galeria São Mamede, com prefácio de Eurico Gonçalves.

1973 Natália Correia publica O Surrealismo na Literatura Portuguesa, do qual se transcreve “Ao lado de Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny e António Maria Lisboa, trilogia copular do grupo, ajudariam a formar o círculo irradiante do último e decisivo bloco surrealista”.

No n.º 4, (2ª série), da revista Phases, é destacado o Surrealismo em Portugal onde, entre outros, se destaca uma cronologia de Mário Cesariny e um texto e um desenho de Cruzeiro Seixas.

1974 Escreve a apresentação da exposição do pintor moçambicano Inácio Matsinhe, na Galeria de Arte Prisma 73.

É referido na revista Elemental, Paris.

1975 Juntamente com Mário Cesariny, Mário Henrique Leiria, Carlos Calvet, Fernando de Azevedo, Vespeira, António Areal, Gonçalo Duarte, João Rodrigues, Ernesto Sampaio, José Escada, D’ Assumpção, Raul Perez, Mário Botas, Paula Rego, Alexandre O’ Neill, Raúl de Carvalho, António Domingues, Pedro Oom, António Maria Lisboa, Henrique Risque Pereira, Fernando Alves dos Santos, Carlos Eurico da Costa, Menez e Ana Hatherly, entre outros, realiza uma série de cadavres-exquis e pinturas coletivas para comemorar os cinquenta anos da Revolução Surrealista.

Ilustra Casos de Direito Galáctico, de Mário Henrique Leiria.

1976 Corresponde-se com Franklin Rosemont que organiza a exposição Marvellous Freedoom –Vigilance of Desire, em Chicago, onde figuram obras de Cruzeiro Seixas.

1976-1983 Dirige a Galeria da Junta de Turismo da Costa do Estoril, onde organiza diversas exposições. Organiza e prefacia uma exposição de caligrafias do poeta Raul de Carvalho e outra de Eurico Gonçalves, intitulada Desenhos, Guaches e Poemas Inéditos dos anos 50, para a qual escreve um prefácio: “Obrigado, Eurico, porque a tua pintura não fala de cátedra”.

1977 - Cruzeiro Seixas torna itinerante uma exposição do Grupo Phases.

Cria cenários para o 2º acto do Lago dos Cisnes, na versão de Brydon Page, para a Companhia Nacional de Bailado.

Expõe em Amsterdão com Raúl Perez e Philip West.

Tem obras representadas na publicação The Imagery of Surrealism, de J. H. Matthews.

Publicação da Poesia, de António Maria Lisboa, com texto de Mário Cesariny e retrato imaginário de homenagem elaborado por Cruzeiro Seixas.

Organiza a exposição “O Erotismo”, no Estoril, Lisboa e Porto, com a colaboração de Eurico Gonçalves, autor do prefácio. A exposição gerou polémica.

1978 É bolseiro da FCG pela segunda vez.

1979 Prefacia a exposição de Raúl Perez na Galeria 2 e na Galeria Tempo.
Elabora a capa da revista Ellebore n.º 3.

1980 Executa três desenhos para a edição de Declives do poeta António Ramos Rosa.

Publicação de Rui Mário Gonçalves Pintura e a Escultura em Portugal, 1940-1980, que refere a atividade de Cruzeiro Seixas.

Herberto Helder dedica o poema Flash a Cruzeiro Seixas.

1981 É convidado por Arturo Schwarz a colaborar na edição de Anarchia e Creatività, juntamente com Jean-Louis Bédouin, Victor Bounoure, Mário Fo, Gérard Legrand, Henry Miller, Michel Seuphor, entre outros.

Realiza três ilustrações para a edição de Erros Meus Má Fortuna Amor Ardente, de Natália Correia.

Colabora com desenho em Celebration publicação de homenagem a Ludwig Zeller, em Toronto.

O poeta Albano Martins dedica um poema a Cruzeiro Seixas, Os Dedos Filtram a Sombra.

Escreve a apresentação para exposição de Raúl Perez, na Galeria São Mamede, Lisboa.

1982 Publicação do n.º 7/8 da revista Bicephale, dedicada a Portugal e Brasil, com desenhos e poemas de Cruzeiro Seixas, traduzidos por Isabel Meyrelles.

1983 Fixa-se no Algarve. Recebe visitas de Eugenio Granell e de Ludwig Zeller.

António Barahona publica Rizoma, com poema dedicado a Cruzeiro Seixas.

Publicação de Os Amores Perfeitos, de Joana Varela, reproduzindo História de Bichos, com colagem de Cruzeiro Seixas.

1985 Fernando Marinho elabora um estudo onde se destaca a poesia de Cruzeiro Seixas, na sua relação com África: Um Surrealista Português em África.

Número especial de Phases editado na Noruega, com desenho de Cruzeiro Seixas.

1985-1988 Dirige a Galeria de Vilamoura, realizando  várias exposições, destacando-se Júlio, Sarah Afonso, Carlos Calvet, Júlio Pomar, Jorge Vieira e Graça Morais.

1986 É nomeado, juntamente com Sílvia Chicó e Fernando de Azevedo, pela Secretaria de Estado da Cultura, para júri da Bienal de Lagos.

Edita Eu Falo em Chamas com prefácio de André Coyné, pela Galeria Gilde. É a sua primeira edição de poesia, tendo realizado também uma edição especial deste livro com duas serigrafias da sua autoria.

Concebe cenários para a Companhia Nacional de Bailado, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa.

É convidado por Arturo Schwarz, para a Bienal de Veneza, para figurar na exposição Arte e Alquimia, contudo não chegou a participar.

1987 Edição de O Surrealismo em Portugal, de Fátima Marinho, pela Imprensa-Nacional Casa da Moeda, no qual a autora agradece a Cruzeiro Seixas pelo seu contributo.

1988 Cruzeiro Seixas usufrui de uma bolsa da Secretaria de Estado da Cultura para compilar uma seleção de cartas recebidas ao longo da sua vida.

1989 É atribuído, por unanimidade, o Prémio Artista do Ano instituído pelo Centro de Arte Soctip.

Publicação do livro Cruzeiro Seixas, com edição da Soctip Editora.

Publicação do livro A obesidade: comportamentos, alimentação e saúde, de Alberto Galvão Teles com capa e contracapa com desenho de Cruzeiro Seixas.

1991 Redige um Folheto posto a circular em Lisboa com o título “Pior que os doutores só as doutorices”.

Publicação do livro Incurso com poemas de António Ramos Rosa, Carlos Moura, Miguel Graça Moura, Vergílio Ferreira e Cruzeiro Seixas

1993 Doa à Biblioteca Nacional algumas obras e documentação diversa, destacando-se uma considerável parte da coleção de cartas recebidas.

1994 Edição de …A liberdade não é tua de Nunes da Rocha, com capa e hors-texte de Cruzeiro Seixas.

“Primeira Exposição do Surrealismo ou Não”, comissariada por Mário Cesariny e Cruzeiro Seixas e prefaciada por Ernesto Sampaio. Lisboa: Galeria S. Mamede.

Edição de …A liberdade não é tua de Nunes da Rocha, com capa e hors-texte de Cruzeiro Seixas.

1995 Com desenhos à pena da sua autoria, organiza na Galeria São Mamede uma exposição de Homenagem a Mário Henrique Leiria, prefaciada por Ernesto Sampaio, com o intuito de financiar a publicação de Claridade Dada pelo Tempo, Climas Ortopédicos e Pas pour les Parents, inéditos que lhe deixa o autor aquando a sua morte.

1997 Carta de Jean-Jacques Lebel a Cruzeiro Seixas a solicitar o “cadavre-exquis” de Breton, Tzara, Greta Knutson e Valentine Hugo, da Colecção de Cruzeiro Seixas, para a exposição “100 cadavres-exquis”, Museu da Fundação Thyssen, em Madrid (nov. 96-fev. 97).

1999 Doa à Fundação Cupertino de Miranda parte da sua coleção de obras de arte.

Cruzeiro Seixas envia um texto a Fernando de Azevedo, Carlos Calvet, José Augusto França, Rui Mário Gonçalves, Eurico Gonçalves, Cuadrado Perfecto, Mário Cesariny, Marcelino Vespeira e Galeria Neupergama, onde afirma sentir-se velho “para festas de confraternização, cerimónias quase sempre tão comoventes quanto hipócritas”, referindo-se à exposição “Bosch ou o Eterno Retorno”, realizada em 1994 no Museu das Janelas Verdes, em que o “Grupo Surrealista de Lisboa” mereceu uma sala e “Os Surrealistas” apenas no catálogo eram lembrados por Luís Moura Sobral…

2000 Colabora na revista canadiana La Turtue-Lièvre.

Publica O que a luz oculta: poemas, com prefácio de Maria João Fernandes. Realiza, também, uma edição especial do livro com 200 exemplares que incluem uma serigrafia do autor.

2001 Colabora com um texto na exposição de Andrés Alcántara, na Galeria António Prates.

Publica o livro serigrafado Local onde o mar naufragou, uma edição de 200 exemplares com uma serigrafia numerada e assinada.

Publica o livro Viagem sem regresso: poesia e pinturas de Cruzeiro Seixas. Foi publicada também uma edição especial, deste livro, com 285 exemplares contendo uma serigrafia sua.

2002 Edição de 75 exemplares do livro Noite antiquíssima, pelo Centro Português de Serigrafia, contendo dois poemas e duas gravuras de Cruzeiro Seixas.

2002, 2003 e 2004 Publicação de três volumes da Obra poética de Cruzeiro Seixas, com organização de Isabel Meyrelles pela Quasi Edições.

Cruzeiro Seixas envia a Eurico Gonçalves e a outras personalidades relacionáveis com o surrealismo um texto sobre a grande entrevista de Mário Cesariny no Jornal Público Lisboa (19-01-2002)

2004 – Homenagem a Cruzeiro Seixas pela Revista “Apeadeiro”, Revista de Atitudes Literárias. Participação de: Daniel Faria, João Luís Barreto Guimarães, José Rui Teixeira, Milton César Pontes, Wilmar Silva, Jorge Reis Sá, António Cabrita, Francisco Saraiva Fino, João Paulo Sousa, Luís Adriano Carlos, Rui Lage, Amadeu Baptista, José Emílio Nelton, Albano Martins, Eduardo Tomé, Isabel Meyrelles, Maria Augusta Silva, Eurico Gonçalves, Dalila d’ Alte, Valter Hugo Mãe. “Cadavres-Exquis” de Cruzeiro Seixas / Dalila d’ Alte / Eurico Gonçalves. Vila Nova de Famalicão: Quasi Edições, 2004.

2005 Publica o livro Homenagem à realidade, com organização e prólogo de Floriano Martins.

A revista francesa Pleine Marge, n.º 42 de dezembro, inclui um artigo sobre Cruzeiro Seixas e vários poemas.

2006 Doa à Fundação Cupertino de Miranda outra parte da sua coleção de obras de arte e documentação.

2007 Publicação de uma coletânea de poemas Au miroir des Mots de Cruzeiro Seixas nas L’ Escampette Éditions, com tradução de Isabel Meyrelles e prefácio de Édouard Jaguer.

2009 Participa no documentário Cruzeiro Seixas o vício da Liberdade, de Alberto Serra e Ricardo Espírito Santo.

É homenageado pelo Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, com o Grande-Colar da Ordem Militar Sant’Iago da Espada.

Publicação De Mário Cesariny para Artur Manuel do Cruzeiro Seixas com cartas de Mário Cesariny para Cruzeiro Seixas.

2010 A Fundação Cupertino de Miranda adquire 42 cadernos “Diários, não diários” de Cruzeiro Seixas.

2011 Publicação do livro Cruzeiro Seixas: com a asa por dentro, de Rui Mário Gonçalves, na coleção Caminhos da Arte Portuguesa no século XX.

2012 Em setembro fixa residência em Vila Nova de Famalicão.

Publicação do livro Cartas de Mário Cesariny para Cruzeiro Seixas: 1941-1975.

A revista chilena Derrame publica um número de homenagem a Cruzeiro Seixas.

2013 A Revista A ideia n.º 71/72 contém um texto que se intitula Carta inútil e comunicação quase automática de Cruzeiro Seixas.

2014 A revista Todo o mundo entre ninguém n.º 5, dedica um dossier a Cruzeiro Seixas.

2016 Em abril regressa a Lisboa, passando a viver na Casa do Artista.

Estreia o filme documentário Cruzeiro Seixas - As Cartas do Rei Artur, realizado por Cláudia Rita Oliveira e galardoado com prémio do público – Prémio RTP para melhor filme português.

2018 Publicação do livro Cruzeiro Seixas: obra gráfica – múltiplos de arte 1976-2018 pelo Centro Português de Serigrafia, Lisboa.

Exposições Individuais:

1953 Cruzeiro Seixas expõe 48 desenhos, Salão da Restauração, Luanda, Angola (outubro).

1957 Cruzeiro Seixas: expõe desenhos, guaches e objetos, Avenida dos Restauradores de Angola, n.º 24, Luanda, Angola (janeiro).

1967 Breve retrospetiva de Cruzeiro Seixas, curadoria de Rui Mário Gonçalves, Galeria Buchholz, Lisboa (novembro).

1970 20 Bules e 16 Quadros, Galeria São Mamede, Lisboa (maio).

1972 24 Desenhos de 1972, Galeria São Mamede, Lisboa (novembro).

1975 Cruzeiro Seixas: 1940-1947, Galeria São Mamede, Lisboa (fevereiro).
40 Guaches de África (1954-58), Galeria da Emenda, Lisboa (março).

1977 Cruzeiro Seixas, Biblioteca Pública de Tomar (fevereiro).
Esta estrada que me segue... 1945-1977, Galeria da Junta de Turismo da Costa do Estoril (agosto/setembro).
Cruzeiro Seixas, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa.
Desenhos e pinturas 1947-1977, Galeria Alvarez Dois, Porto (dezembro).

1978 Cruzeiro Seixas, Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, Castelo Branco (janeiro / fevereiro).
Cruzeiro Seixas, Centro Cultural de Almancil, Loulé.

1979 Cruzeiro Seixas, Museu de Évora (julho).

 

1980 O Atelier de Cruzeiro Seixas, Galeria São Mamede, Lisboa (junho/julho).
Exposição de Cruzeiro Seixas, Biblioteca e Museu Albano Sardoeira, Amarante (setembro).

1981 Cruzeiro Seixas, Galeria Espaço Aberto, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (junho).

1982 Cruzeiro Seixas: Desenho/Colagem/Objeto (1946-1982), Galeria de Arte Moderna da Sociedade de Belas Artes, (maio/julho).

1983 Cruzeiro Seixas, Galeria de Arte «Quetzal», Funchal (março).

1984 Cruzeiro Seixas, Galeria Gilde, Guimarães (setembro/outubro).

1985 Cruzeiro Seixas, Câmara Municipal de São Brás de Alportel (junho).
Cruzeiro Seixas, Galeria São Bento, Lisboa (dezembro 1985/janeiro 1986).

1986 Galeria A Janela Verde apresenta o pintor Cruzeiro Seixas, Galeria a Janela Verde, Lisboa (junho/julho).
Cruzeiro Seixas, Galeria Gilde, Guimarães (novembro).

1989 Desaforismos, Galeria Soctip, Lisboa (março/abril).
Cruzeiro Seixas, Uma exposição antológica, Galeria Soctip, Lisboa (dezembro 1989/janeiro 1990).

1991 Cruzeiro Seixas, Galeria São Bento, Lisboa (abril/maio).
Cruzeiro Seixas: Pintura-Desenho-Colagem, Galeria Neupergama, Torres Novas (outubro/novembro).
Memórias de um tempo futuro, Galeria Soctip, Lisboa (dezembro 1991/janeiro 1992).

1992 Pintura de Cruzeiro Seixas, Galeria Funchália, Funchal (abril/maio).

1995 Artur Cruzeiro Seixas: de l’invention du temps, Galerie Lumière Noire, Montréal (junho/setembro).
Desenhos de Cruzeiro Seixas: Homenagem a Mário de Henrique Leiria, Galeria São Mamede (maio/junho).

1996 Cruzeiro Seixas, Galeria Presença, Porto (janeiro).
Cruzeiro Seixas, Almadarte Galeria, Costa da Caparica (novembro 1996/fevereiro 1997).

1997 Cruzeiro Seixas: 30 Labirintos sem saída 1966-1995, Galeria São Mamede, Lisboa (outubro/novembro).

1999 Cruzeiro Seixas: Elogio ao papel, Galeria António Prates, Lisboa (outubro/novembro).

2000 Cruzeiro Seixas: O Poeta e a Esfinge, Galeria Arte & Manifesto, Porto (setembro/novembro).
Cruzeiro Seixas: Uma homenagem, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (dezembro 2000/março 2001).

2001 Cruzeiro Seixas, Fundación Eugenio Granell, Santiago de Compostela (outubro/dezembro).

2002 Cruzeiro Seixas, Museu da Cidade, Edifício Chiado, Coimbra (maio).

2003 Cruzeiro Seixas, Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (abril/junho).
Cruzeiro Seixas: desenho, pintura, objetos, Galeria Municipal Artur Bual, Amadora (setembro/outubro).

2005 Cruzeiro Seixas: aqui não há espaço para o mar, Centro Português de Serigrafia, Lisboa (fevereiro/março).
Cruzeiro Seixas: obra plástica, Museu Municipal Abade Pedrosa, Santo Tirso (março).
Inventário: Cruzeiro Seixas: homenaje a Herberto Helder, Pinacoteca de Arte Contemporáneo, Almonte.
Cruzeiro Seixas: fauna flora e arte, Galeria São Mamede, Porto (outubro/novembro).

2008 Cruzeiro Seixas: isto não é uma exposição de arte…, Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante (julho/setembro).
Artur do Cruzeiro Seixas: o espírito das coisas invisíveis, Loja das Quasi, Vila Nova de Famalicão (outubro 2008/fevereiro 2009).
Homenagem a Júlio dos Reis Pereira por Cruzeiro Seixas, Fórum Cultural de Ermesinde (outubro de 2008/janeiro 2009).
Cruzeiro Seixas: obra plástica, Galeria Municipal Vieira da Silva, Loures (dezembro 2008 / abril 2009).

2009 Cruzeiro Seixas: o infinito segredo: pintura, desenho», Galeria São Mamede, Lisboa e Porto (março/abril).
Sugestões para o futuro, Centro Português de Serigrafia, Lisboa (novembro/dezembro).
Tapeçaria e desenho: Cruzeiro Seixas, Reitoria da Universidade de Lisboa.

2012 Farol inextinguível do surrealismo, Galeria São Mamede, Lisboa (maio/junho).

2013 Cruzeiro Seixas: o horizonte dos sonhos, Galeria Mouzinho de Albuquerque, Batalha (setembro).

2015 O horizonte do Sonho: 30 anos do Centro Português de Serigrafia, Mosteiro Santa Clara, Coimbra. (março/abril).
Cruzeiro Seixas: sou um tipo de faz coisas, Palácio da Cidadela, Cascais (dezembro de 2015/abril de 2016).

2018 E de súbito o silêncio toma-nos: Cruzeiro Seixas, Casa Museu Teixeira Lopes, Vila Nova de Gaia (março/abril).
A luz da nossa noite de Artur Cruzeiro Seixas, Fundación Venancio Salcines, Corunha (novembro 2018/ janeiro 2019).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exposições coletivas:

1949 Primeira exposição coletiva de Os Surrealistas, Sala de Projeção da "Pathé Baby", Lisboa (junho/julho).

1950 Segunda exposição de Os Surrealistas, n’A Bibliófila, Lisboa, em que já não tomaram parte todos os nomes da primeira exposição (junho).

1954 Exposição documentário das atividades artísticas de Angola: artes plásticas, Instituto de Angola (maio).

1963 Exposição Geral de Artes Plásticas Angola-63, organizada por Cruzeiro Seixas aquando da visita do Dr. Azeredo Perdigão a Angola (agosto).

1967 Pintura Surrealista: Cruzeiro Seixas e Mário Cesariny, Galeria Divulgação, Porto (junho).
Primeira Exposição Surrealista em São Paulo, Brasil, organizada por Sergio Lima (maio).

1968 Objeto, Galeria Quadrante, Porto (outubro).

1969 Exposição Internacional Surrealista, organizada por Laurens Vancrevel em Scheveningen, Holanda, com a participação de Cruzeiro Seixas e Mário Cesariny.

1970 Novos Sintomas na Pintura Portuguesa, Galeria Judite da Cruz, Lisboa (junho).

1971 Algumas obras de pintura contemporânea das coleções da Secretaria de Estado da Informação e Turismo e da Fundação Calouste Gulbenkian, Galeria de Exposições Temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (julho/agosto).

1972 10 Artistas da galeria São Mamede, Galeria São Mamede, Lisboa. Participam: Areal, Calvet, Cesariny, Eurico, Júlio, Jorge Vieira, Paula Rego, Charters, Cargaleiro e Cruzeiro Seixas (maio).
Os Lusíadas que fomos, os Lusíadas que somos, galeria Diário de Notícias, Lisboa. Organização de Natércia Freire. Exp. integrada nas comemorações do IV centenário de Os Lusíadas (novembro).

1973 Phases: homenaje a Cesar Moro, Casa Taller Delfin, Lima, no Peru.
Le mouvement Phases, Atelier-Galerie Sésame Le Passe-Muraille, em Lyon (novembro/dezembro).

1974 Maias para o 25 de Abril, Galeria São Mamede (junho).
Phases, no Museé d’Ixelles, Museum van Elsene, em Bruxelas (outubro/novembro).

1975 Figuração hoje, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (janeiro).
O cadáver-esquisito sua exaltação seguida de pinturas coletiva, Galeria Ottolini (fevereiro).
Artistas Contemporâneos, e as Tentações de St.º Antão de Bosch, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (janeiro/fevereiro).

1976 Marvellous Freedom – Vigilance of Desire: World Surrealist Exhibition (with the participation of the Phases movement), Black Swan Gallery, Chicago. Organização: Franklin Rosemont (maio).
A Arte Portuguesa Contemporânea, em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro (dezembro).

1977 Rik Lina, Raul Perez , Cruzeiro Seixas, Philipe West, Galeria Bouma de Amesterdão (março).
O erotismo na arte moderna portuguesa, Junta de Turismo da Costa do Sol, Estoril (março/abril).
O erotismo na arte moderna portuguesa, Museu Soares dos Reis, Porto (maio), com prefácio de Eurico Gonçalves.
Cultura Portuguesa en Madrid, Palácio dos Congressos, Fundación Juan March, Teatro Real, Madrid (novembro/dezembro).
1ª exposição Phases em Portuga», Junta de Turismo da Costa do Sol, Estoril (novembro).
Mitologias Locais, Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa (dezembro).
Phases, La Librairie-Galerie Malombra, Paris (outubro / novembro).

1978 Phases, Galeria Alvarez 2, Porto, dedicada aos 50 anos de António Maria Lisboa (janeiro).
Surrealism Unlimited 1968-78, Camden Arts Center, Londres, homenagem a Conroy Maddox (janeiro/março).
3.ª Exposição Phases em Portugal, Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, Castelo Branco (abril).
Exposição do Grupo Internacional Phases, Museu Nacional Machado de Castro, Coimbra (junho).
Imagination International – Austellung Bildnerischer Poesie, organizada por Phases, Museu Bochum, na República Federal Alemã (agosto/outubro).
Exposição de Arte Moderna, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (julho/setembro).
Portuguese Art Since 1910, Royal Academy of Arts, Londres, organizada por Hellmut Wohl (setembro/outubro).
Modern Portuguese Tapestries, Kensington Palace, Londres (novembro).
Exposição de Arte Portuguesa Contemporânea, Nordeste 78 itinerante (maio).

1979 Exposição Phases em Portugal, Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa (janeiro).
Presencia Viva de Wolfganf Paalen: com la colaboracion del movimiento Phases y de artistas mexicanos, Museo de Arte Alvar y Carmen T. de Carrillo Gil, Cidade do México, no México (julho).

1980 Cinco exposições individuais: Cruzeiro Seixas, Pomar, Vespeira, Nikias Skapinakis e Cargaleiro, exposição organizada pela «Acta Médica», Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (janeiro).
Espaces surréels: avec la participation du mouvement Phases, Galerie Verrière, em Lyon (maio/julho).

1981 Images en Flagrant Delit, Centre Culturel d’Epinal, França. Organização: Edouard Jaguer (outubro/novembro).
Fernando Pessoa, el Eterno Viajero, Fundación Juan March, em Madrid.
Papeles invertidos presenta su fondo de arte, Aula Cultural, Caja Insular de Ahorros, Tenerife, com a participação de Phases(fevereiro 81).
Três Poetas do Surrealismo, António Maria Lisboa, Pedro Oom e Mário Henrique Leiria. Organização: Mário Cesariny, Biblioteca Nacional (maio/julho).
Tapisseries de la Manufacture de Portalegre – Portugal, Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, Paris (maio/setembro).
Permanence du regard surréaliste, Espace Lyonnais d'Art Contemporain, Lyon, França Grupo Phases(junho/setembro).
Antevisão do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (julho/setembro).

1982 Pinturas coletivas de Manuel Patinha e Cruzeiro Seixas, Galeria da Junta de Turismo da Costa do Estoril (setembro).
Os anos 40 na Arte portuguesa, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, organizada por Fernando Azevedo e José Augusto França (março/maio).
O Bicho, Galeria Ana Isabel, Lisboa (abril).

1983 A Flor, Galeria Ana Isabel, Lisboa (junho/julho).
Le surréalisme portugais. Organização: Luís de Moura Sobral, Galerie UQAM, Universidade de Montreal (setembro/outubro).

1984 Isabel Meyrelles: Escultura; Cruzeiro Seixas: Apontamentos para escultura, Galeria Leo, Lisboa (novembro / dezembro).
Um ano de galeria, Galeria Gilde, Guimarães (dezembro).

1985 Portogallo a Milano, Palazzo Reale, com a representação de uma tapeçaria de Cruzeiro Seixas da Manufactura de Portalegre (março/abril).
Um Rosto Para Fernando Pessoa: obras de trinta e cinco artistas portugueses contemporâneos, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (julho).

1986 Le XXème au Portugal, Centre Albert Borschette, Bruxelas (abril/junho).
O Fantástico na Arte Portuguesa Contemporânea, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (fevereiro).

1987 Os anos 40 a 60 na pintura portuguesa, Galeria do Leal Senado, Macau (fevereiro/março).
Alberto Lacerda o Mundo de um Poeta, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (maio).
O Surrealismo ou a Linguagem do Desejo, Galeria de Arte de Vilamoura com organização de Cruzeiro Seixas e José Pierre (julho).
Surrealismi = surrealism, Retretti Art Center, Punkaharju Finlandia (maio/novembro).
Azares da Expressão – ou a Teatralidade da Pintura Portuguesa, galeria de exposições temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (novembro/dezembro).

1988 A Galeria d’Arte de Vilamoura e a coleção de Cruzeiro Seixas, galeria de Vilamoura (maio).
I Colectiva: Artur Bual, Costa Martins, Raúl Perez, Rocha Pinto, Lima de Freitas, Cruzeiro Seixas, Galeria Chagall, Leiria (junho).
Phases: L’Expérience Continue: 1952-1988, Musée des Beaux-Arts, Le Havre (março/abril).

1990 Dez anos de atividade, Galeria Leo, Lisboa (fevereiro/março). 
Exposição comemorativa 1.º aniversário, Galeria Funchália, Funchal (abril/maio).
Surrealismo e-não-só, Galeria Neupergama, Torres Novas (outubro/novembro).

1991 Trovas à morte de Inês, Galeria Soctip, Lisboa (janeiro).
As filhas de Eva: coletiva de pintura, Galeria Soctip, Lisboa (junho/julho).
A cultura ao serviço da medicina, Fórum Picoas, Lisboa (junho).
Wandtapijten Portalegre, Galerij Tamara, Cultureel Centrum Hasselt (set. / out.).
Wandtapijten Portalegre, Trefcentrum “De Kriekelaar”, Bruxelas (outubro/novembro).
Wandtapijten Portalegre, Oud Hospitaal, Aalst (dezembro 1991/janeiro 1992)

1992 Arte Portuguesa nos Anos 50, a Biblioteca Municipal de Beja (outubro/novembro).

1993 Arte Portuguesa nos Anos 50, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (janeiro/fevereiro).
18 pintores contemporâneos no 13.º aniversário da galeria, Galeria Neupergama, Torres Novas (dezembro 1993/janeiro 1994).

1994 Cruzeiro Seixas, Raúl Perez, Alfredo Luz: grandes surrealistas portugueses, Galeria São Francisco, Lisboa (fevereiro).
Phases : 87 images, 71 artistes, 23 pays de la planisphèreGalerias de  Arte Educacional dos colégios Louis Guilloux de Plemet, Ploeuc-Lié et Le Volozen de Quintin. (maio/junho)
Primeira exposição do Surrealismo ou não, Galeria São Mamede, Lisboa (julho/outubro).
Erotisme, Galerie 1900-2000, Paris (julho).
Phases of de desire, Skidmore College Case Gallery, Nova Iorque (setembro/outubro).
O Rosto da Máscara: a auto-representação na arte portuguesa, Centro Cultural de Belém, Lisboa (maio).
Surrealismo (e Não). Obras da Colecção Doada pelo Eng.º João Sobral Meireles, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (novembro 1994/dezembro 2005).
Exposição de Tapeçaria: Cruzeiro Seixas, Eugenio Granell, Galeria de Tapeçarias de Portalegre, Lisboa.
Le collage: avant 1995, Galerie 1900-2000, Paris (dezembro).
Vinte pintores no décimo quarto aniversário da galeria, Galeria Neupergama, Torres Novas (dezembro 1994/janeiro 1995).

1995 Exposição coletiva de pintura e escultura, Galeria São Mamede, Lisboa (dezembro).

1996 Visões partilhadas: obras de coleções particulares de Famalicão, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (abril/junho).
Vinte artistas no décimo sexto aniversário da galeria: pintura, Galeria Neupergama, Torres Novas (dezembro 1996/janeiro 1997).

1997 Le Surrealisme et l’Amour, Pavillon des Artes, Paris (março/junho).
Vinte e dois artistas no décimo sétimo aniversário da galeria: pintura, Galeria Neupergama, Torres Novas (novembro 1997/janeiro 1998).

1998 Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Lima de Freitas, Galeria de São Bento, Lisboa (maio/julho).
O que há de Português na Arte Moderna Portuguesa, Palácio Foz, Lisboa (junho/setembro).
O erotismo na arte: afeto, concupiscência e luxúria, Hospital Júlio de Matos, Lisboa (setembro).
Cruzeiro Seixas e Raúl Perez, Galeria de Arte Bento Teresa Sargento, Vila Verde de Ficalho (dezembro).
III bienal de arte AIP'98, Europarque, Santa Maria da Feira (dezembro 1998/janeiro 1999).

1999 Surrealismo: Cesariny – Vespeira – Cruzeiro Seixas – Carlos Calvet – Fernando de Azevedo: Pintura – Desenhos – Objetos – Textos, Galeria Neupergama, Torres Novas (março/maio).
Natália: arte e poesia, Palácio Galveias, Lisboa (abril).
Desenhos dos Surrealistas em Portugal 1940-1960, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto (maio/junho).
Mário Botas - retrospetiva: visões inquietantes, Centro Cultural de Belém, Lisboa (maio/outubro).
XI Bienal Festa do Avante 1999, Quinta da Atalaia, Seixal (setembro).
Mário Botas - retrospetiva: visões inquietantes, Museu de Évora (novembro/janeiro).
Confrontos: Carlos Calvet, Cruzeiro Seixas, Manuel Carmo, Galeria Ler Devagar, Lisboa.

2000 Le Mouvement Phases de 1952 à l’horizon 2001, Centro Cultural Noroit , Arras, em França. (janeiro/abril).
Neo-realismo versus Surrealismo, Galeria Municipal de Exposições do Palácio Quinta da Piedade, Póvoa de Santa Iria (novembro/dezembro).
Príbuznost není dedicná: surrealismos a svoboda = La parenté nést pas héréditaire: surréalisme et liberté.

2001 Surrealismo em Portugal 1934-1952, Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo (MEIAC), Badajoz, Espanha (março/maio).
Surrealismo em Portugal 1934 – 1952, Museu do Chiado, Lisboa (maio/setembro).
É na Linha do horizonte que está o infinito: Eugenio Granell e Cruzeiro Seixas, Galeria Sacramento, Aveiro (maio/julho).
Surrealismo em Portugal 1934-1952, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (novembro).
Cruzeiro Seixas: os passos lado a lado com Artistas do Hospital Júlio de Matos, Hospital Júlio de Matos, Lisboa (dezembro).
Catorze artistas no vigésimo primeiro aniversário da Galeria, Galeria Neupergama, Torres Novas (dezembro 2001/janeiro 2002).

2002 Surrealismo em Portugal 1934-1952, Círculo de Belas Artes de Madrid, Espanha (janeiro).
Carlos Calvet, Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Mário Cesariny, Raúl Perez: juntos no Parque ou o Surrealismo em Serigrafia, Sala Polivalente do Hospital Júlio de Matos, Lisboa (abril).
Etoile aux trois cristaux, Maison Communale d’Evere, Bruxelas (outubro).

2003 Portugal de Relance – A Viagem – Encontro de Dois Povos, Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), São Paulo, Brasil (novembro).
XXV Colectiva de Dezembro, Galeria Sacramento, Aveiro (novembro 2003/janeiro 2004).
Vigésimo terceiro aniversário: quinze artistas, Galeria Neupergama, Torres Novas (dezembro 2003 / janeiro 2004).
Cruzeiro Seixas e Raúl Perez: as mãos são a paisagem que nos olha: pintura e desenho, Galeria São Mamede (dezembro 2003/janeiro 2004).

2004 La Belleza Convulsiva, Casa de la Província, Sevilha, (março/abril).
Revisitar obras dos anos 60-70-80-90, Galeria Neupergama, Torres Novas, (maio/junho).
O Surrealismo na coleção da Fundação Cupertino de Miranda, Museu da Tapeçaria de Portalegre (maio/julho).
Allumer des incendies, Galerie Dupuis, Bruxelas (setembro/novembro)

2004/2005 Surrealismo Abrangente, exposição da Colecção de Artur do Cruzeiro Seixas, com obras de poetas e artistas surrealistas portugueses e estrangeiros: A. Breton, Tzara, Arpad Szenes, Vieira da Silva, Bellmer, Camacho, Cesar Moro, Dorothea Tunning, Granel, Michaux, Édouard Jaguer, Jules Perahim, Max Ernst, Philip West, Rik Lina, Rosemont, Saura, Valentine Hugo, Victor Brauner e Paula Rego. Entre os portugueses, destacam-se Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Mário Henrique Leiria, António Areal, Carlos Calvet, Eurico, Gonçalo Duarte, João Rodrigues, José Escada, Pedro Oom, Jorge Vieira, Júlio Pomar, Mário Botas e Raúl Perez). Famalicão: Fundação Cupertino de Miranda, Famalicão, 2004 (set / nov.) / Sociedade Nacional de Belas-Artes (jan / fev.), 2005 / Convento de São José, Lagoa (julho/setembro), 06. Título da exposição e texto da autoria de Eurico Gonçalves

2006 Fernando Lemos e o Surrealismo, Museu de Arte Moderna - Coleção Berardo, Sintra (novembro 2005/abril 2006).
Arte Lisboa, Stand Perve Galeria, Lisboa (novembro).
Cruzeiro Seixas, Carlos Calvet e Raúl Perez, Galeria Ler Devagar, Lisboa.
Coleção da Fundação Cupertino de Miranda, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (junho/setembro).
Laberinto de encuentros: en torno a la vida de Jorge y Margarita Camacho, Pinacoteca de Arte Contemporáneo, Huelva, Espanha (novembro).

2006 / 2007 Fernando Lemos e o Surrealismo, Centro das Artes Casa das Mudas, Calheta, Madeira (julho 2006/janeiro 2007).
Raúl Perez: obra plástica, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (outubro/dezembro).
Cesariny, Cruzeiro Seixas, Fernando José Francisco e o passeio do cadáver-esquisito, Perve Galeria, Lisboa (novembro/dezembro).

2007 Gonçalo Duarte: obra plástica, Galeria Palácio Galveias, Lisboa (janeiro/março).
O Surrealismo na coleção Fundação Cupertino de Miranda, Centro das Artes, Casa das Mudas, Calheta, Madeira (fevereiro/agosto).
Arte no Verão da Barra, Galeria Sete, Coimbra (julho/setembro).
Coleção da Fundação Cupertino de Miranda, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (julho/setembro).
Gonçalo Duarte: obra plástica, Museu Municipal Abade Pedrosa, Santo Tirso (agosto/setembro).
Colectiva de Verão, Museu da Água, Coimbra (agosto/setembro).
0 figura: homenagem informal a Cruzeiro Seixas, Galeria Municipal Artur Bual, Amadora (setembro/outubro).
Visita de acervo, Galeria São Mamede, Lisboa (outubro).

2008 Olhar Picasso: Picasso e a arte portuguesa do século XX, Sala Expo Arade, Portimão (agosto/outubro).
Phases à l’Ouest: dans les collections de l’Oest, Musée d’Art et d’Histoire de Saint-Brieuc, França (março/abril).

2009 O infinito segredo, Galeria São Mamede, Lisboa e Porto (dezembro).
Em trânsito: arte postal = mail art, Fundação Portuguesa de Comunicações, Lisboa (outubro 2009/janeiro 2010).

2010 Benvidos a Elsinore = You are welcome to Elsinore: Mário Cesariny, Artur do Cruzeiro Seixas: coleção Fundação Cupertino de Miranda, Casa da Parra, Santiago de Compostela (outubro/dezembro).

2012 Arte portuguesa no museu Carlos Machado 1840-2010, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada (setembro).
Riso = Laughter: uma exposição a sério = a serious exhibition, Museu da Eletricidade, Lisboa (outubro/março).

2013 Artistes-poètes, poétes-artistes: poésie et arts visuels du XX siècle au Portugal, Fondation Calouste Gulbenkian, Paris (janeiro/março).
Provas dadas: Centro Português de Serigrafia, Centro Cultural Palácio do Egipto, Oeiras (abril/junho).

2015 Espaço ampliado nas manchas, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (janeiro/maio).

2016 A solidão de um corpo é ausência de uma forma, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (janeiro/abril).
Exaltantes formas denunciam o desejo, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (maio-agosto).

2017 A imagem que se faz palavra, Reitoria da Universidade do Porto (fevereiro).
O surrealismo em Portugal – a coleção da Fundação Cupertino de Miranda, Palácio da Galeria/ Museu Municipal de Tavira (maio/dezembro).
Paisagens interiores, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (fevereiro/julho).
Lugares (in)visíveis – rede de museus de Vila Nova de Famalicão, Casa do Território, Vila Nova de Famalicão (abril/setembro).

2018 Cruzeiro Seixas; Hélio Cunha: pintura, desenho e colagem, Museu do Combatente Forte do Bom Sucesso, Lisboa (maio/junho).
XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, Fórum Cultural de Vila Nova de Cerveira (agosto/setembro).
E de súbito o silêncio toma-nos, Casa-Museu Teixeira Lopes/ Galerias Diogo de Macedo, Vila Nova de Gaia (março/abril).
O surrealismo na coleção da Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Cupertino de Miranda, Vila Nova de Famalicão (junho/outubro).
O surrealismo em Portugal - coleção da Fundação Cupertino de Miranda, Museu Municipal Amadeu de Souza-Cardoso, Amarante (junho/setembro).

BIOGRAFIA / EURICO GONÇALVES

Eurico Manuel de Melo Gonçalves nasceu em 1932, em Abragão, Penafiel.
Pintor, Professor/Formador e Crítico de Arte, membro da A.I.C.A.

Surrealista desde 1949.

Está representado no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; no Museu Amadeo de Sousa Cardoso, Amarante; nos Museus de Tomar (doação José-Augusto França), Castelo Branco e Estremoz; Bienal de Cerveira; Centro de Estudos do Surrealismo, Fundação Cupertino de Miranda, Famalicão; Culturgest; Museu do Chiado e em muitas Colecções particulares em Portugal e no estrangeiro.

Escreveram e prefaciaram exposições suas pintores poetas e investigadores que se aproximaram do Surrealismo: Mário Cesariny (1954 e 1970, 1992), Vítor Silva Tavares (1973), Lima de Freitas (1977), Cruzeiro Seixas (1983), José-Augusto França (1995), Ernesto Sampaio (1989, 2000), os poetas visuais Ana Hatherly (1968) e Ernesto de Melo e Castro (1975, 1978), os críticos de arte e ensaístas Rui Mário Gonçalves (1962, 1964, 1986, 1988, 1990, 1992, 1998, 1999), Fernando Pernes (1964 e 1968), Francisco Bronze (1968, 1970), Sílvia Chicó (1978, 1980, 1983 e 1994, 1997, 1999), Claude Laurendeau (1986), Cristina Azevedo Tavares (1988), Fernando António Baptista Pereira (1988), Joaquim Matos Chaves (1989 e 1992), Rocha de Sousa (2006), Paulo Henriques (1999), Maria João Fernandes (1978, 2003, 2006), Fátima Lambert (2001, 2003), o cineasta Lauro António (2000) e os Professores Perfecto Cuadrado (2006), António Sampaio da Nóvoa (2008, 2019) e Dalila d’ Alte Rodrigues (1989, 2007, 2010, 2019), autora da tese de doutoramento “A Obra de Eurico Gonçalves na Perspectiva do Surrealismo português e Internacional”.

Todos reconhecem a influência do Surrealismo e do espírito Zen na obra de Eurico Gonçalves.

 

 

 

 

 

 

Filmografia

2004: 42 anos de Pintura-Escrita Zen, 1962-2004, DVD de Carlos Castelo;

2004: RTP 2, Entrevista no atelier, Programa Entre Nós, Universidade Aberta, por Ana José Martins; 2006 /2007: Álvaro Queirós, (nos acervos da Cinemateca Portuguesa ANIM): 2 entrevistas no atelier do pintor e filmagem da Visita Guiada à Exposição Antológica de Eurico Gonçalves (1949-2006), Fundação Cupertino de Miranda, Famalicão, 2007;

2009: Narrativas de Sonhos, Poemas e Textos Automáticos, (DVD: locução João d’ Ávila; música: Michel; produção: Dalila d’ Alte; gravação sonora: Musicorde; fotografia e montagem: Digital Azul)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ilustração

História Trágico Marítima, edições Afrodite, 1971; Rainhas Cláudias ao Domingo, de Virgílio Martinho, Contexto Editora, 1982, Canções de beber, de Fernando Pessoa, Edições Tiragem, 1997; Antologia / Língua Portuguesa, 5º ano, 2º Ciclo, Raiz editora, 1997.

1950-51 - Escreve e ilustra Narrativas de Sonhos, Poemas e Textos Automáticos, compilados em 4 Cadernos Manuscritos, hoje parcialmente recuperados numa edição serigráfica. Aí, palavras, desenhos, colagens e guaches fundem-se numa só forma de expressão, aproximando-se do neofigurativismo. Através do improviso, as suas figuras foram dando lugar a simples sinais gráficos, ágeis caligrafias abstractas, derivadas do gestualismo, com resultados extremamente depurados. A sua execução gestual rápida confronta-se com formas arquetípicas do inconsciente colectivo defendido por Jung, que demonstrou haver conformidade entre o movimento impulsivo das mãos e o estado de espírito, indo ao encontro de André Breton, que encontrou no Surrealismo a reabilitação de todas as capacidades psíquicas.

1966/67 – Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, onde trabalhou com o pintor francês Jean Degottex. Aí frequentou a Sorbonne tendo como mestres Jean Francastel e René Huyghe.

1971 –Menção Honrosa do Prémio da Crítica de Arte Portuguesa, subsidiado pela SoQuil.

1972 - Prefacia uma importante exposição de pintura de Henri Michaux, na Galeria S. Mamede, em Lisboa.

1972-2016 - Membro do Conselho Técnico da S.N.B.A, em Lisboa.

1973 - Num texto publicado no Diário de Notícias, Artes Plásticas, em 15-02-1973, com o título Mário Cesariny pintor surrealista e criador de literatura numa exposição a inaugurar (galeria S. Mamede, Lisboa) podia ler-se: …A conversa entre os jornalistas e o escritor-pintor girou, como é natural, ao redor do que é, ou não é, surrealismo, de quem é, ou não é, ou foi, surrealista.

Cesariny distribuiu mesmo um pequeno panfleto no qual estabelece a sua própria classificação dos seus pares. Segundo se lê nesse panfleto, São surrealistas na pintura, actualmente: Eduardo Luís, Malangatana Valente, Lurdes Castro, René Bértholo, Raúl Perez, Gonçalo Duarte, Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, Eurico Gonçalves, Leonor Praça, Lima de Freitas, José Escada e Martim Avillez; Foram pintores surrealistas: Vieira da Silva, António Dacosta, António Pedro, Fernando de Azevedo, João Moniz Pereira, Vespeira, António Domingues, Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Fernando José Francisco, Mário Henrique Leiria, António Paulo Tomáz, Carlos Calvet, Manuel d’ Assumpção, João Rodrigues, Dante Júlio, Francisco Aranda e Jorge Oliveira; Fizeram acto de total adesão ao surrealismo: António Maria Lisboa, Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Mário Henrique Leiria, João Rodrigues, Ernesto Sampaio e António José Forte; São surrealistas na poesia (escrita): Irene Lisboa, João Pedro Grabato Dias, António Osório, Raul de Carvalho, Natália Correia, Luísa Neto Jorge, Ana Hatherly, António Barahona da Fonseca, António José Forte e João Rodrigues; São precursores do surrealismo português na Literatura, Guerra Junqueiro, Gomes Leal, Camilo Pessanha, Raul Brandão, Florbela Espanca, Teixeira de Pascoaes, Mário de Sá Carneiro, Fernando Pessoa, Edmundo de Bettencourt e Adolfo Casais Monteiro, poetas; além de Amadeu de Sousa Cardoso e Santa Rita, pintores. O que não admira, quanto a estes, visto que bebiam os ares de Paris (…)

(Nota: curiosamente, a exaustiva listagem de Cesariny não abrange dois poetas surrealistas de vulto: Alexandre O’ Neill e Herberto Helder).

1991 José-Augusto França escreve A Arte em Portugal no Século XX – 1911-1961, Bertrand Editora, 1991. Aí pode ler-se:O jovem Eurico Gonçalves, que reaparecerá nos anos 60, depois de uma aprendizagem junto de Degottex, empenhado numa arte caligráfica e de “signos”, expôs, em 54, pinturas ingénuas, já de 50, cuja qualidade feérica tinha parentesco surrealista (…)

1998Prémio de Pintura Almada Negreiros, subsidiado pela Fundação Cultural Mapfre Vida.

2005Grande Prémio, Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira.

 

 

 

 

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA ACTIVA

 

Eurico é autor de livros, prefácios, artigos de divulgação, ensaio, e crítica de arte.

Em 1964 inicia a publicação de artigos de divulgação de Arte Contemporânea, Dadaísmo, Surrealismo, Zen, Pintura-Escrita e estudos sobre a Expressão Livre da Criança.

 

Livros publicados

A Pintura das Crianças e Nós - Pais, Professores e Educadores, Porto Editora, 1976;

A Arte Descobre a Criança, Raiz Editora, Lisboa 1991; A Criança Descobre a Arte (3 volumes), Raiz Editora, Lisboa, 1991/93; Narrativas de Sonhos, Poemas e Textos Automáticos 1950/51, Edições Prates, Lisboa, 1995; Dádá-Zen / Pintura-Escrita, Edições Quasi, Famalicão, 2005.

O Erotismo na Arte Moderna Portuguesa. (In Sexologia em Portugal, II Vol. Coordenação de Francisco Allen Gomes, Afonso de Albuquerque, e J. Silveira Nunes. Lisboa: Texto Editora, 1987)

 

Artigos de divulgação, Ensaio, e Crítica de Arte

1964

“Eurico Gonçalves: estou empenhado em reabilitar o desenho como linguagem a preto e branco” – Lisboa: Jornal de Artes e Letras (08-04-64)
“Apontamentos sobre a Escrita e a Pintura” – Lisboa: Jornal de Artes e Letras (2-12-64)

1965

“O Zen e a Pintura” – Lisboa: Jornal de Artes e Letras (28-4-65)

1970

“3 Exposições: Areal, Calvet, Álvaro Lapa”. Funchal: Comércio do Funchal (29-03-70)

1971

“Eurico / Não construo previamente a composição dos meus quadros, nem os corrijo nunca” – Lisboa: A Capital / A Semana (sexta-feira, 23-04-71)

“Paula Rego: não é a cola que faz a colagem”. Lisboa: Revista “Flama” (04-07-71)

“Pintura Chinesa / A Autenticidade na Espontaneidade”. Funchal: Comércio do Funchal, ano XXXV – IV série, nº 2135 (28-11-71)

1972

“Arte Moderna na Cidade-Luz”. Lisboa: Revista “Flama” (4-02-72)

“Dádá-Zen”. Lisboa: Diário de Lisboa (20-02-72)

“Dádá, uma arte que provoca”. Lisboa: Revista “Flama” (31-03-72)

“A Arte em Portugal. O que é? Para que serve?”. “Inquérito” com respostas de José-Augusto França, Rui Mário Gonçalves, Ernesto de Sousa, Francisco Bronze, Rocha de Sousa e Eurico Gonçalves. Lisboa: República /Artes e Letras (6-04-72)

“Dádá Zen: Yves, o monocromo”. Lisboa: República /Artes e Letras (27-4-72)

“Arpad Szenes”. Lisboa: República /Artes e Letras (04-05-72)

“Pintura Figurativa Portuguesa: à procura de um museu”. Lisboa: Revista
«Flama» (9-07-72)

“Arpad Szenes: O Moderno em Todos os Tons”. Lisboa: Revista «Flama» (19-05-72)

“O Artista Perante a Sociedade / Duas ou três atitudes possíveis”. Lisboa: República /Artes e Letras (24-8-72)

“Paul Klee. Pioneiro da Pintura Moderna Ocidental”. Lisboa: Revista «Flama» (03-11-72)

1973

“Pintura do Século XX, sob o signo da espontaneidade”. Lisboa: Revista «Flama» (19-01-73)

“Cesariny Hoje”. Lisboa: República /Artes e Letras (22-2-73)

“O Surrealismo de Pollock e Michaux”. Lisboa: República /Artes e Letras (22-3-73)

“A Escrita Pictural”. Lisboa: República (12-4-73)

“26 Artistas de hoje”. Lisboa: Revista «Flama» (27-04-73)

“António Sena”. Lisboa: República / Artes e Letras (17-05-73)

“José Rodrigues / Re-Apresentação da Natureza”. Lisboa: República / Artes e Letras (14-06-73)

“Expressionismo, a estética do grito”. Lisboa: Revista «Flama» (29-06-73)

“Henri Michaux / Não há Metamorfose sem Autofagia”. Lisboa: República / Artes e Letras (12-7-73)

“Henri Michaux, escrita e exorcismo”. Lisboa: Revista «Flama» (13-07-73)

“Pintura Moderna Portuguesa, os últimos trinta anos”. Lisboa: Revista
«Flama» (17-08-73)

“Escrita escrita”. Lisboa: República / Artes e Letras (06-09-73)

“Mãe e filho, tema eterno na obra de Henri Moore”. Lisboa: Revista «Flama» (21-12-73)

“António Sena”. Revista “Colóquio / Artes”, nº 15. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian (dezembro, 1973)

1974

“Maias para o 25 de Abril”. Lisboa: Revista «Flama» (12-07-74). (Acerca da exposição com o mesmo título, na galeria de S. Mamede, Lisboa - obras proibidas no anterior regime assinadas por artistas neorrealistas: Manuel Filipe, Vítor Pala, Lima de Freitas, Ribeiro Pavia, Arlindo Vicente, Avelino Cunhal; e por artistas surrealistas: Cesariny, Cruzeiro Seixas, António Quadros, Raúl Perez, Mário Botas, Pedro Oom, João Rodrigues, Fernando José Francisco, entre outros)

“Evocação da Caricatura Política de Leal da Câmara”. Lisboa: Revista «Flama» (13-12-74)

1975

“Antes e Depois do 25 de Abril / As Artes Plásticas em Portugal”. Lisboa: O Século (01-01-75) / Lisboa: Revista Colóquio Artes, Fundação Calouste Gulbenkian, nº 21, fevereiro, 1975

“Figuração Hoje ou Gioconda com óculos escuros, na SNBA”. Lisboa: Revista «Flama» (28-02-75)

“O Surrealismo Fantástico: de Jerónimo Bosch aos nossos dias”. Lisboa: Revista «Flama» (07-03-75)

“Arte e Política / Arte na Rua ao alcance de todos”. Lisboa: Revista «Flama» (28-03-75)

“Em Defesa da Liberdade de Expressão / A Arte ao Alcance de Todas as Mãos”. Lisboa: Revista «Flama» (02-05-75)

“Abstracção-Hoje na SNBA, Lisboa. A Arte é a boa saúde”. Lisboa: Revista «Flama» (16-05-75)

“António Sena”. Lisboa: Revista «Flama» (20-06-75 e 26-09-75)

“A Revolução e a Arte: A Grande e Realmente Razão”. Lisboa: Revista «Flama»(25-06-75)

“II Encontros Internacionais de Arte em Viana do Castelo”. Lisboa: Revista «Flama» (29-08 / 05-09)

1976

“Contra a Pena de Morte / Tortura / Prisão Política. Exposição / Manifesto na SNBA”. Lisboa: Revista «Flama» (16-01-76)

“Álvaro Lapa: do drama da solidão à alegria do renascer”. Lisboa: Revista «Flama» (14-05-76)

Hans Hofmann, Precursor do Expressionismo Abstracto”. Lisboa: Revista «Flama» (11-06-76)

O Erotismo na Arte”. Lisboa: Revista «Flama» (06-08-76)

1977

“O Erotismo (1) na Arte Moderna Portuguesa” (Paula Rego, Fátima Vaz, Júlio Pomar, Maria José Aguiar, Álvaro Lapa, Carlos Fernandes, Eduardo Batarda, Jasmim, Henrique Manuel, Cruzeiro Seixas, Mário Botas, Raúl Perez, Samouco, Pedro Oom, António Pedro, Eurico, João Cutileiro, Clara, Meneres e Rosa Fazenda), Lisboa: Diário Popular (31-02-77)

“O Erotismo na Arte (2)” (Bosch, Picasso, Dali, Delvaux, Leonor Fini, Bellmer, Dubuffet, Masson, Matta, Man Ray, Svanberg e outros). Lisboa: Diário Popular (07-04-77)

“O Erotismo na Arte Abstracta (3)” (Brancusi, Arp, Henri Moore, Wols, Cesariny, Fontana, Pollock e outros). Lisboa: Diário Popular (14-04-77)

“Da Actualidade do Surrealismo”. Lisboa: Diário Popular (20-4-77)

“Lembrança de Pedro Oom”. Lisboa: Diário Popular (28-04-77)

“Vieira da Silva na Fundação Gulbenkian”. Lisboa: Diário Popular (23-06-77)

Artur Cruzeiro Seixas”. Lisboa: Diário Popular (22-9-77)

1978

“Só a Escrita Existe”. Lisboa: Diário Popular (18-05-78)

“A propósito de Vanguarda e Vanguardas. Cuidado com as Imitações”. Lisboa: Letras e Artes (22-06)

1979

“A Educação pela Arte”. Lisboa: Diário Popular (01-02-79)

“O Surrealismo Hoje / Primeira exposição Phases em Portugal”. Lisboa: Diário Popular (8 -02-79)

“Lourdes Castro / A apropriação do real através do desenho e do recorte”. Lisboa: Diário Popular (5-07-79)

“O Surrealismo de Pollock”. Lisboa: Diário Popular (6-09-79)

“Lis’ 79 / Primeira Bienal Internacional de Desenho em Portugal”. Lisboa: Diário Popular (15-11-79)

1980

“António Pedro. Fabricante de Visões”. Lisboa: Diário Popular (10-01-80)

“António Sena”. Lisboa: Diário Popular (31-07-80)

1981

“O Surrealismo em Português Está Vivo e Goza de Boa Saúde”. Lisboa: Diário Popular (16-04-81)

“O Expressionismo Brutal de Karel Appel”. Lisboa: Diário Popular (10-12-81)

1982

“Fernando Pessoa e Mário de Sá Carneiro na Obra de Mário Botas”. Lisboa: Diário Popular (15-4-82)

Cruzeiro Seixas. Um Autor Malvisto, ou a costela romântica e primitiva do Surrealismo”. Lisboa: Diário Popular (17-06-82)

“António Sena”. Lisboa: O Jornal (23-07-82)

“Dois Casos de Autenticidade: António Sena, Álvaro Lapa. Lisboa: O Jornal (23-07-82)

1983

“Gonçalo Duarte. A Visão Trágica de um Mundo Destroçado”. Lisboa: JL (18-01-83)

1984

“Pintura Metafísica de Carlos Calvet”. Lisboa: O Jornal (25-05-84)

“Arshile Gorky no CAM / FCG”. Lisboa: O Jornal(09-11-84)

“António Sena”. Lisboa: O Jornal (23-11-84)

1985

“Arpad Szenes / Vieira da Silva ou o Castelo Surrealista”. Lisboa: O Jornal (11-01-85)

“Arpad Szenes: Esse Vazio ou Nada”. Fundão: Jornal do Fundão (12-02-85)

“Quem é Arpad?”. Lisboa: O Jornal (22-02-85)

“A Magnificência do Pequeno Formato”. Lisboa: O Jornal (01-03-85)

“Jadis et Naguère / Surrealistas no Início e Agora” (António Dacosta, Cesariny, Cruzeiro Seixas, Carlos Calvet, Fernando de Azevedo, Moniz Pereira, Vespeira e Eurico). Lisboa: O Jornal (10-05-85)

“Um rosto para Fernando Pessoa”. Lisboa: O Jornal (02-08-85)

“António Sena”. Lisboa: O Jornal (15-02-85 e 26-07-85)

1986

“A Gaveta do Artista na SNBA: obras desconhecidas de artistas conhecidos”. Lisboa: O Jornal (17-01)

“António Sena”. Lisboa: O Jornal (16-05-86)

“E a pintura espanhola aqui tão perto”. Lisboa: O Jornal (07-03-86)

1987

“António Sena”. Lisboa: O Jornal (30-11-87)

1990

“Dádá-Zen”. Lisboa: Revista “Artes Plásticas” (nov. 1990)

1991

“Dádá-Zen. Yves, o monocromo”. Lisboa: Revista “Artes Plásticas” (fev. 91)

“A Pintura Concebida como Escrita” (Jorge Pinheiro, Nadir Afonso, Fernando Lemos, António Charrua, Mário Cesariny, José Escada, João Vieira, Joaquim Rodrigo, Álvaro Lapa, Ângelo de Sousa, Joaquim Bravo, Teresa Magalhães, António Sena, Eurico) Lisboa: Revista - “Artes Plásticas”, (julho, 1991)

“A Sábia Maturidade e o Vazio Libertador”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (29-12-91)

1992

“O Zen e a Pintura”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (19-01-92)

“Oriente – Ocidente”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (26-01-92)

“Almada, Alma Moderna”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (09-02-92)

“Vieira da Silva: Não sei como é a vida fora da Pintura / pintar o que não existe como se existisse”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (5-03-92)

“Amadeo de Souza-Cardoso / cubista, futurista, abstraccionista, de tudo um pouco”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver(22-03-92)

“Paula Rego. Universo Erótico Feminino”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (12-04-92)

“O 25 de Abril e as Artes Plásticas”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (26-04-92)

“Modernismo & pós-modernismo”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (24 -05-92)

“Educação Artística em Portugal”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (14-06-92)

“Ocultação-desocultação da arte moderna portuguesa”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / - Olhos de ver (28-06-92)

“Surrealismo / Abjeccionismo. Trinta Anos Depois”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / - Olhos de ver (05-07-92)

“Lurdes Castro. O encantamento das coisas simples”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (12-07-92)

“O Erotismo na Arte Moderna Portuguesa”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (19-07-92)

“As sombras e os objectos de Lourdes Castro”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (02-8)

“Vieira da Silva / Arpad Szenes. Dois percursos convergentes na cumplicidade do amor à pintura”. Lisboa: Revista “Artes Plásticas” (agosto, 92)

“Surrealismo, Surrealizações na VII Bienal de Cerveira”. Lisboa:Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (30-08-92)

“Homenagem a André Breton. O Automatismo Psíquico surrealista”. Lisboa:Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (6-09-92)

“Pintura Metafísica de Carlos Calvet”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (20-09-92)

“Arte Portuguesa nos Anos 50 / Neorrealismo, Surrealismo e Abstraccionismo”. Lisboa: Revista

“Artes & Leilões”nº 16 (set. / out. 92)

“Arte Portuguesa nos anos 50 / Ruptura e isolamento cultural”. Lisboa: Diário de Notícias / Artes / Olhos de ver (04-10-92)

“Vieira da Silva”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (05-11-92)

1993

Picasso no Acarte”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (14-01-93)

“O Surrealismo Visionário de Max Ernst”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (28-01-93)

“Centenário de Almada Negreiros”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (4-02)

“A Arte Ecológica de Alberto Carneiro”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (25-02-93)

“Almada Negreiros: o artista total”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (8-04)

“Álvaro Lapa / Autenticidade e Originalidade”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (15-04-93)

“Joan Miró, o mais puro dos surrealistas”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (29-04-93)

Miró / O Surrealismo Solar”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (27-05-93)

“Marcel Duchamp / Consagração do Ready-made”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (24-06-93)

“Arshile Gorky / Um arménio em Nova Iorque”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (29-07-93)

“Arshile Gorky / Surrealismo orgânico e dinâmico”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (12-08-93)

“Julius Bissier. Um centenário esquecido”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (19-08-93)

“Os Grandes Esquecidos / Artistas ocultos”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (26-08-93)

“Sebastião Resende, premiado na Bienal das Caldas”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (02-09-93)

“Júlio Pomar. Dos anos 40 aos anos 80”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (16-09-93)

« Henri Michaux, Monsieur Plume, lui-même». Lisboa : Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (11-11-93)

“Hôgen Daidô / Caligrafias de um Mestre Zen”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (18-11-93)

“Arpad Szenes / Onde nada é tudo e tudo é nada”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (25-11-93)

1994 “Acerca da Minha Pintura-Escrita”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (27-01)

“Carlos Calvet / Pintura Metafísica”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (31-03-94)

“Bosch e os Surrealistas”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (16-06-94)

“Surrealistas Portugueses. Ocultação quase total”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (23-06-94)

CruzeiroSeixas, testemunha viva do Surrealismo” (entrevista com o pintor, comissário da Primeira Exposição do Surrealismo ou Não). Lisboa: Diário de Notícias / Suplem. Cultura / Plásticas (11-08-94)

“Carlos Fernandes / À margem do Surrealismo Pop”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (18-08-94)

“Álvaro Lapa. Persistente resistência poética numa voluntária marginalidade”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (22-09-94)

“O Surrealismo em Portugal. Lucidez e paixão”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (29-09-94)

“Júlio Pomar. O paraíso e outras histórias”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (13-10-94)

1995

“João Rodrigues, o mal lembrado”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (9-02)

“Mário Cesariny e Álvaro Lapa. O encontro inevitável”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (16-03-95)

“Albertina Mântua / Sonho e transfiguração”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (30-03-95)

“Cruzeiro Seixas. O Surrealismo Visionário e Onírico”.Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (18-05-95)

“Na Rua Marcel Duchamp Em Paris / Encontro com Darocha”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (08-06-95)

“Álvaro Lapa em casa. Homem sem esforço, sem propósito, sem utilidade”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (29-06-95)

“Mark Tobey (1890-1976): Pintura de inspiração Zen”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (13-07-95)

“Cândido Costa Pinto”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (03-08-95)

“Marc Chagall, a Alma Russa do Judeu Errante, num Palco Imaginário”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (24-08-95)

“Zen e Pintura Contemporânea / Ver claro na Natureza”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (07-09-95)

“Júlio Pomar / Prémio AICA-SEC 1994”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (28-09-95)

“Poética do Maravilhoso na Arte Portuguesa”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (22-11-95)

“Helena Almeida / Arte Conceptual”. Lisboa: Diário de Notícias /Suplem. Cultura / Plásticas (21-12-95)

1996

“Graça Morais”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (11-01-96)

“Cobra / A exaltação do instinto da pintura”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplem. Cultura / Plásticas (18-01-96)

“A Arte Em Portugal / Acontecimentos nos últimos 50 anos”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (25-01-96)

“René Bértholo / A Capacidade de Deslumbramento”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (22-02-96)

“Joan Miró / Surpreendentemente Vivo”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (21-03-96)

“Almada / Sara Afonso. Lucidez e inocência”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (28-03-96)

“Carlos Calvet, pintor metafísico”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (11-04)

“Antoni Tàpies / Quando a matéria se torna signo”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (16-05-96)

“Cesariny, Areal e Lapa. O Incómodo e Marginal Surrealismo em Português”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (23-05-96)

“João Vieira / Quando a pintura gera monstros”. Lisboa: Diário de Notícias / Suplemento Cultura / Plásticas (20-06-96)

1998

“Mário Cesariny / Pintura-Despintura”. Lisboa: JL (07-10-98)

 

Selecção de textos / prefácios da autoria de Eurico Gonçalves (por ordem cronológica)

1969 Carta dirigida ao arquitecto Artur Rosa, catálogo da exposição de Eurico “Despinturas e Descolagens”. Lisboa: galeria Quadrante (abril, 1969)  

1973 A convite de Cruzeiro Seixas, director artístico da galeria S. Mamede, Eurico prefacia a exposição “Henri Michaux”. Lisboa: galeria de S. Mamede (23-06-73)

1975 Prefácio, catálogo da exposição “João Rodrigues”. Lisboa: SNBA (junho, 75); Prefácio, catálogo da exposição “António Sena / pinturas 1972-1975”. Comissário: Eurico Gonçalves. Lisboa: galeria Quadrum (15 -09 / 11-10), 1975

1976 Prefácio, catálogo da exposição “António Sena”. Porto: galeria módulo, 1976

1977 Prefácio, catálogo da exposição “OErotismo na Arte Moderna Portuguesa”. Lisboa: SNBA, (março-abril) / Porto: Museu Nacional Soares dos Reis, (maio), 1977

1981 Texto / Homenagem a José Escada, catálogo da exposição “Eurico, desenhos desdobrados”. Lisboa: SNBA, (agosto-setembro), 1981

1982 Prefácio, catálogo da exposição retrospectiva “Cruzeiro Seixas / desenho, colagem e objectos (1946-1982)”. Lisboa: SNBA (28-05 /17-06), 1982

1985 Prefácio, catálogo da exposição “Jadis et Naguère. Surrealistas no início e agora” (António Dacosta, Cesariny, Cruzeiro Seixas, Moniz Pereira, Vespeira, Azevedo, Calvet, Eurico). Lisboa: SNBA, Salão A.I.C.A, 1985

1986 Prefácio, catálogo da exposição “A Gaveta do Artista”, comissariada por Eurico Gonçalves, com obras inéditas de Gonçalo Duarte, Luís Dourdil, Álvaro Lapa, Mário Américo e outros. Lisboa: SNBA

1995 “O Espírito da Colagem”. Texto para o catálogo da exposição Eurico / Pintura-Colagem 1993-95 / Homenagem a Mário Cesariny. Lisboa: galeria de São Bento (23-02 /19-03, 95)

2000 Prefácio “Aquém e Além Deserto”, catálogo da exposição colectiva Mote e tansfigurações. Lisboa: SNBA, (12-12-00 /12-01-01)

2004 Prefácio “O Surrealismo Abrangente”, catálogo da exposição da
Colecção de Artur do Cruzeiro Seixas (obras de poetas e artistas surrealistas portugueses e estrangeiros: A. Breton, Tzara, Arpad Szenes, Vieira da Silva, Bellmer, Camacho, Cesar Moro, Dorothea Tunning, Granel, Michaux, Édouard Jaguer, Jules Perahim, Max Ernst, Philip West, Rik Lina, Rosemont, Saura, Valentine Hugo, Victor Brauner e Paula Rego. Entre os portugueses, destacam-se Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Mário Henrique Leiria, António Areal, Carlos Calvet, Eurico, Gonçalo Duarte, João Rodrigues, José Escada, Pedro Oom, Jorge Vieira, Júlio Pomar, Mário Botas e Raúl Perez). Famalicão: Fundação Cupertino de Miranda, 2004 (set / nov.) / Sociedade Nacional de Belas-Artes (jan / fev.), 2005 / Convento de São José, Lagoa (julho/setembro), 2006

2005 Prefácio, catálogo da exposição Mário Cesariny, “Osíris é um Deus Negro”. Torres Novas: Galeria Neupergama, (26 -02 /30-04, 05); Prefácio, catálogo da exposição “Gonçalo Duarte, pintor da realidade destroçada”. Famalicão: Centro de Estudos do Surrealismo, Fundação Cupertino de Miranda (abril-junho, 05) / Lisboa: Palácio Galveias (março-abril, 07)

2006 Prefácio, catálogo da exposição de Eurico “No Começo Infinitamente” / Homenagem a Alberto Caeiro e Yves Tanguy – obras inéditas (1963-2006). Lisboa: galeria Valbom; Prefácio, “Cruzeiro Seixas o Farol inextinguível do Surrealismo / Amor, Liberdade, Poesia”, catálogo da exposição “Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas Fernando José Francisco e o passeio do cadáver esquisito”. Lisboa: galeria Perve /Alfama, 20 nov. -2 dez)

Exposições individuais

1954 - Óleos e Desenhos – Primeira exposição de Eurico Gonçalves, com Dante Júlio. Lisboa: Galeria de Março. Direcção: José-Augusto França (01-15 maio), 1954

1958 - Óleos e Desenhos – Lisboa: galeria Diário de Notícias, 1958

1960 - Dez anos de Desenho e Pintura, 1950-1960 – exposição retrospectiva. Lisboa: Comissão Pró-Associação de Estudantes da Faculdade de Letras, 1960

1962 - Eurico / 27 Desenhos Neofigurativos. Porto: “Sala da Sereia”, 1962

1964 - 15 Desenhos. Lisboa: galeria 111 (11-30 abril), 1964; Desenhos. Porto / Lisboa: galeria Divulgação, 1964

1965 - Eurico. Lisboa: galeria 111 (01-14 maio), 1965

1968 - Pinturas e Descolagens. Lisboa: galeria Quadrante (fev.), 1968

1969 - Despinturas e Descolagens. Lisboa: galeria Quadrante (8-04), 1969

1970 - Eurico / Pinturas e Desenhos, 1950-1970. Lisboa: galeria de São Mamede (outubro)

1978 - Eurico / 1950-1973. Texto do autor. Estoril: Junta de Turismo da Costa do Sol, (jan.), 1978; Eurico / Desdobragens. Lisboa: galeria Quadrum, 1978

1980 - Eurico / Desescrita, Desdobragem, Desenvolvimento. Lisboa: galeria Tempo / Porto: Grupo Alvarez (junho), 1980

1981 - Eurico / Homenagem a José Escada: desdobragens, desescritas, decalcomanias. Lisboa: Sociedade Nacional de Belas-Artes (28-07/14-08), 1981

1983 - Desenhos, Guaches e Poemas Inéditos dos anos 50. Prefácios de Sílvia Chicó e Cruzeiro Seixas. Estoril: galeria Junta de Turismo da Costa do Sol (fev.), 1983

1988 - Eurico: 38 anos de pintura e desenho. Setúbal: Convento de Jesus / Museu de Setúbal, Câmara Municipal (15-07/21-08), 1988

1989 - Eurico /Pintura / 88/89. Lisboa: galeria de S. Bento (novembro / dezembro), 1989

1993 - Eurico / Zeichen-und Schriftmalerei. Bona: Albert PFUHL, MdB, Clube dos Deputados (14-06/02-07), 1993

1994 - Eurico / 30 Anos de Pintura-Escrita (1963-1993). Texto do autor. Oeiras: galeria Espiral (29-01/17-02), 1994

1995 - Poesia e Pintura, 1950-1994. Prefácio de José-Augusto França. Cascais: Espaço Capela da Gandarinha (9-12-94 a 16-01-95); Pintura-colagem 1993-1995 / O espírito da colagem / Homenagem a Mário Cesariny. Lisboa: galeria de S. Bento (23-02 /19-03), 1995; Pintura-Escrita / anos 60-90. Amadora: galeria Municipal (01-06 /02-07), 1995

1996 - Pintura-Escrita Zen. Texto do autor. Porto: galeria Presença (maio), 1996; Pintura-Escrita / Anos 90. Lisboa, Alverca: galeria Municipal de Exposições de Alverca (18-04 / 25-05), 1996

1997 - 35 Anos de Pintura-Escrita / 1962-1997. Catálogo com textos em chinês, português e inglês. Macau: Instituto Cultural de Macau (11/28 julho), 1997

1998 - Eurico Gonçalves. Castelo Branco: Instituto Politécnico de Castelo Branco (23-03 / 23-04)

1999 - Eurico Gonçalves / Pintura-Escrita. Texto do autor. Penafiel: galeria Om (março), 1999; Eurico Gonçalves / Como a Água para a Corrente do Rio. Prefácio de Ernesto Sampaio. Lisboa: galeria de S. Mamede (7-12-99 / 31-01-2000)

2000 - Eurico / 1950-2000. Exposição integrada no “Fama Fest’ 2000”, II Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Famalicão. Texto do realizador Lauro António. Famalicão: Fundação Cupertino de Miranda (março), 2000

2001 - Eurico Gonçalves. Tomar: galeria dos Paços do Concelho - 4ª Exposição (nov. 2000 / jan. 2001); Eurico Gonçalves, Aquém e Além Deserto. Texto do autor (Aquém e além deserto). Porto: galeria Artemanifesto (12-05 / 26-06), 2001

2002 - Do Surrealismo ao Gestualismo, de inspiração zen. Lisboa: Sala Polivalente, Hospital Júlio de Matos (14-01/28-02), 2002

2003 - Aquém e Além Deserto & Homenagem a Picabia / dádá-Cavalo de Pau. (Centenário de Picabia). Lisboa: galeria de S. Bento (março / abril), 2003

2004 - Eurico 42 anos de Pintura-Escrita-Zen, 1962-2004. Amadora, Alfragide: Centro de Arte Contemporânea da Amadora, (18-09 / 26-10), 2004
2006 - Eurico Gonçalves – No começo infinitamente…Homenagem a Alberto Caeiro e Yves Tanguy.Obras inéditas, 1963-2006. Lisboa:galeria Valbom (out. -nov.), 2006. Texto do autor

2007 - Estou vivo e escrevo Sol, 1949-2006, exposição antológica. Famalicão: Centro de Estudos do Surrealismo / Fundação Cupertino de Miranda (dez. 2006 / fev. 2007) / Lisboa: Sociedade Nacional de Belas-Artes (março / abril, 2007); Eurico, Gestualidades, 1963-2006. No começo infinitamente… / Homenagem a Alberto Caeiro e Yves Tanguy. Montijo: galeria Municipal (março / abril, 2007)

2010 Dada-Zen / Pintura-Escrita. Exposição distinguida pela SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) como uma das 3 melhores exposições do ano 2010. Prefácio de Dalila d’ Alte Rodrigues. Lisboa: Palácio Galveias; Exposição Antológica no Museu Municipal de Penafiel, seguida da atribuição de uma medalha de ouro pela mesma autarquia

2018 - Exposição Eurico Gonçalves, Pintura Gestual, Informal e / ou Caligráfica de Inspiração Zen. Curadoria de Sara António Matos e Pedro Faro,Galeria Quadrum, Coruchéus, Alvalade, Lisboa, 2018

2019 – Exposição A Fusão dos Opostos: Cruzeiro Seixas / Eurico Gonçalves, Galeria Municipal de Matosinhos. Curadoria de Dalila d’ Alte Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

Exposições colectivas

1977 - O Erotismo na Arte Moderna Portuguesa, exposição comissariada e prefaciada por Eurico Gonçalves a convite de Cruzeiro Seixas, director da galeria da Junta de Turismo da Costa do Sol, Estoril / Lisboa: Sociedade Nacional de Belas-Artes / Porto: Museu Nacional Soares dos Reis, Centro de Arte Contemporânea, 1977

1978 – Participação nas Bienais de Cerveira, 1978-2018

1979 - I Bienal Internacional de Desenho Lis’ 79, Lisboa: galeria Nacional de Belém, 1979; Arte Moderna Portuguesa. Lisboa: Sociedade Nacional de Belas Artes (setembro), 1979

1980 - Desenho e Gravura. Lisboa: Sociedade Nacional de Belas-Artes (fev. / março), 1980;
Festival Internacional de Pintura, Cagnes-Sur-Mer (França)

1982 - O Gesto, o Signo e a Escrita. Lisboa: galeria Quadrum, 1982

1983 - XVII Bienal Internacional de S. Paulo. Representação portuguesa: Eurico Gonçalves, Emerenciano, Graça Morais e Zulmiro de Carvalho. Selecção Sommer Ribeiro, Fundação Calouste Gulbenkian (não houve catálogo da representação portuguesa), 1983; Le Surréalisme portugais. Exposição comissariada e prefaciada por Luís de Moura Sobral, integrada na exposição intitulada Surrealismo Periférico. (Colóquio Internacional: Portugal, Québeq, América Latina, Universidade de Montreal). Montréal, Canadá: galeria UQAM, (16-09 / 9-10), 1983

1985 - Exposição Internacional Surrealismo e Pintura Fantástica, comissariada por Mário Cesariny e Carlos Martins. Lisboa: Teatro Ibérico (dez. 84) / Sociedade Nacional de Belas-Artes (jan. 85); Jadis et Naguère, surrealistas no início e agora. Participação de António Dacosta, Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Moniz Pereira, Vespeira, Azevedo, Calvet e Eurico. Exposição documental, comissariada e prefaciada por Eurico Gonçalves, integrada no “Salão A.I.C.A.”. Lisboa: S.N.B.A, 1985; Um Rosto para Fernando Pessoa. Lisboa: F.C.G. / C.A.M.J.A.P., 1985

1986 - O Fantástico na Arte Contemporânea Portuguesa. Exposição comissariada e prefaciada por Rui Mário Gonçalves. Lisboa: F. C.G. / C.A.M.J.A.P., 1986; Le XXème au Portugal / Peinture, Sculpture, Dessin, Gravure, Tapisserie. Comissário: José Sommer Ribeiro; Comissário adjunto: Fernando Calhau. Bruxelas: Centro Albert Borschette, (28-04 / 29-06), 1986; III Exposição Gulbenkian; Exposição A.I.C.A. / P.H.I.L.A.E.

 

1987 - A Teatralidade na Pintura Portuguesa, Lisboa: F.C.G. / C.A.M.J.A.P., 1987

1990 - 6 Artistes Portugais Contemporains: Eurico Gonçalves, Manuel Baptista, Manuel Costa Cabral, João Cutileiro, David d’ Almeida e António Sena. Bruxelas: galeria IPSO (17-05 /14-06), 1990;
V Bienal de Lagos. Lagos: Câmara Municipal de Lagos / Sociedade Nacional de Belas-Artes, 1990; Mais Puras as Palavras da Tribo. Exposição comissariada e prefaciada por Rui Mário Gonçalves. Lisboa: galeria de Arte Teatro Romano (21 de dez.), 1990

1992 - Arte Portuguesa 1992. Exposição comissariada e prefaciada por Rui Mário Gonçalves. Osnabrück: Kunsthalle, Dominikanerkirche Aberndgalerie Kulturgestchichtiches Museum Akzisehaus (14-06 /23-08), 1992

1994 - Primeira Exposição do Surrealismo ou Não. Exposição comissariada por Mário Cesariny e Cruzeiro Seixas, prefaciada por Ernesto Sampaio. Lisboa: galeria de São Mamede (julho, agosto, setembro, outubro),1994; Exposição Internacional de Artes Plásticas / Festa do Avante! (2,3,4 set.)

1995 - Exposição Colectiva: Artur Bual, António Palolo, Ângelo de Sousa, Eurico, João Vieira, Nikias Skapinakis e outros. Aveiro: galeria Stª Joana. (25-03 /15-04), 1995

1997 - Bienal Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, Museu Municipal de Amarante. Participação nas Bienais de 1997,1999, 2001, 2003, 2005

1998 - Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Lima de Freitas. Lisboa: galeria de S. Bento (09-05 /14 07)

1999 - Desenhos dos Surrealistas em Portugal,1940-1966. Exposição comissariada e prefaciada por Paulo Henriques. Participação de: Júlio dos Reis Pereira, António Pedro, António Dacosta, Marcelino Vespeira, Fernando de Azevedo, Alexandre O’ Neill, Pedro Oom, António Maria Lisboa, Mário Cesariny, Mário Henrique Leiria, Cruzeiro Seixas, António Areal e Eurico Gonçalves. Textos: Fernando Calhau, Paulo Henriques, Fernando Cabral Martins. Porto: Museu Nacional de Soares dos Reis, 1999

2001 - Cem Anos, Cem Artistas. Exposição comemorativa do 1º Centenário da S.N.B.A. Lisboa: S.N.B.A., 2001; Mote e Transfigurações. Lisboa: S.N.B.A. (12-12-00 /12-01-01)

2002 -Carlos Calvet, Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Mário Cesariny, Raúl Perez: juntos no Parque ou o Surrealismo em Serigrafia, Sala Polivalente do Hospital Júlio de Matos, Lisboa (abril).

2003 - Olhares e Escritas na Arte Portuguesa desde 1960. Exposição Comissariada e prefaciada por Fátima Lambert. Porto: galeria do Palácio (23-10 / 23-11), 2003

2019 - Studiolo XXIDesenho e afinidades, curadoria de Fátima Lambert, Fundação Eugénio de Almeida, Évora, 2019

 

 

 

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Nuno Baptista


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