ANO 9 Edição 97 - Outubro 2020 INÍCIO contactos

Tony Marcelo Gomes de Oliveira


A Bacia hidrográfica do Lago Paranoá como a “alma do lugar” de Brasília: lócus referência de memória, identidade e sustentabilidade geográfica    

Resumo


Busca-se realizar estudo sistemático da cidade de Brasília, tendo como interesse maior de análise e ação a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá, percebida na pesquisa como patrimônio geomorfológico da cidade, por ser ela a paisagem original, fundante e definidora para acolher a capital moderna, tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1990. A Revolução Industrial foi o marco responsável pelos impactos e transformações de toda ordem na humanidade. As práticas higienistas, ditadas pelo positivismo, alavancaram o planejamento das cidades e do pensamento moderno e modernista. Porém, somente no final dos anos 1950 conseguiu-se materializar em forma de cidade os preceitos exigidos da modernidade, com a criação de Brasília no Planalto Central, no Centro-Oeste brasileiro. O ousado desafio da construção da cidade também expôs uma nova prática para os ditames modernos, até então atrelada fortemente ao movimento do capital/lucro. A análise do ambiente e a interpretação do espaço se fizeram valer como elementos fundantes e condicionantes para acomodar o projeto urbano inovador do urbanista Lucio Costa. Nessa dimensão, apresentamos a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá como patrimônio geoambiental com características únicas e paisagem basilar definidora para o processo de formação urbana de Brasília, acreditando assim que, dessa forma, ressignificamos a importância física da geografia natural na paisagem local, inserindo-a, valorizando-a e contribuindo com atraso ao memorial explicativo científico da cidade. Para isso, busca-se ancoragem na seguinte questão: quais razões e importâncias para que a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá seja reconhecida e apropriada como patrimônio geomorfológico da capital do Brasil, por ser ela a paisagem original, matriz de memória científica para explicitar o contexto formador de Brasília? Tendo a meta em relacionar causas e fatores, o artigo tem como objetivo singular, reconhecer a importância do recorte natural para o contexto geohistórico e estratégico para a formação da capital federal, contribuindo assim, sistematicamente para ampliar o debate e o conhecimento científico local. Para ancorar a compreensão do objeto proposto – Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá, buscou-se a legitimidade da revisão bibliográfica sobre o tema, nutrida pelo uso comparativo de mapas e imagens em tempos distintos e da imprescindível pesquisa de campo para melhor referendar a análise da paisagem proposta. Dito e exposto, é possível crer que Brasília inaugura em solo nacional o compromisso com a análise do ambiente a fim de evitar problemas, inspirando um novo ciclo de diálogo entre o ambiente natural e as ações antrópicas, fato esse aproveitado pelo criador da cidade, estabelecendo em seu plano piloto da cidade, vínculo com o espaço concebido pelo aberto e desimpedido de sua morfologia, possibilitando e consolidando memórias, raízes e identidades ao espaço da capital de todos os brasileiros.


Palavras chave: Geohistória; Bacia; Paisagem; Brasília; Planejamento Urbano.

A criação de Brasília foi a consolidação de um tempo da evolução humana materializada em cidade. Mesmo com pouco mais de meio século, se cristalizou nela o desenvolvimento positivista, tendo como marco definidor a Revolução Industrial, responsável por transformações e impactos de toda ordem e eternizada em Brasília como a semente viva da modernidade, do planejamento urbano e da cientifização do pensamento citadino. Por isso, a cidade é legitimamente tombada como patrimônio cultural da humanidade, pela Unesco.

Somado ao contexto filosófico que marcou o desafio da transferência da nova capital, já pensada desde o século XVIII, vale ressaltar o desafio das ciências envolvidas ao contexto urbano, em intensificar diálogo entre os ambientes naturais e sociais com a necessidade de criação da cidade capital. Conhecer, interpretar e conduzir ações atentas à geografia da paisagem para análise e uso do espaço, também foi um dos ganhos que a construção de Brasília trouxe para a evolução do debate científico brasileiro e ao discurso urbano.

Na busca em identificar na Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá o recorte central que definiu e possibilitou o pensamento e a materialização de Brasília, o estudo defendeu o conceito de ‘Paisagem’ como categoria de análise geográfica, definida por Bertrand, como

O resultado da combinação dinâmica, portanto instável, de elementos físicos, biológicos e antrópicos que, reagindo dialeticamente uns sobre os outros, fazem da paisagem um conjunto único e indissociável, em perpétua evolução[...]É preciso frisar bem que não se trata somente da paisagem ‘natural’, mas da paisagem total integrando todas as implicações da ação antrópica. (BERTRAND, 2004)

Nessa dimensão, reconhecemos ser a própria Bacia a paisagem geográfica e objeto central de nossa análise. Percebe-se nela o recorte físico basilar e definidor para a origem de Brasília, contribuindo significativamente como palco para construção de memória e identidade da cidade. Na abordagem sobre o tema, Nascimento e Steinke sugerem que

Os usos que se dão a uma determinada paisagem, além de sua questão funcional, constroem a identidade social de uma região, onde o cotidiano pode gerar diferentes percepções sobre uma mesma paisagem. E, com o decorrer do tempo, a paisagem pode se tornar cada vez mais inseparável a um sentimento, pois os usos e hábitos estabelecem uma ligação íntima com o local e com seus símbolos e códigos. (NASCIMENTO e STEINKE, 2017)

 

 

É notório que, além de ser legitimamente testemunha e sítio morfológico receptor de todo processo de transformação espacial e consolidação urbana da capital modernista, é de urgência a necessidade em lançar luz ao recorte, a fim de explicitar o protagonismo da Bacia do Paranoá como marco primitivo, lócus e lugar pioneiro para o contexto explicativo da cidade.

 A importância da Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá para o nascer e o viver em Brasília se coaduna ao conceito de lugar como espaço do afeto e lócus de preservação de memória, seja ele físico ou antrópico, reconhecido ou até mesmo tombado como patrimônio mundial.

Brasília tem a maior área urbana tombada do mundo, compactada em 112,25 Km², reconhecida como marco que enaltece a criação e originalidade da evolução humana no período moderno. Compromissada com a estética modernista, seu planejamento arquitetônico privilegia o espaço público aberto, seguro e integrado a persistência do sítio acolhedor da cidade – Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá – e a conservação do lugar e juntos, “a preservação da memória e da cultura; reafirma-se, enfim, a identidade do espaço e da população que nele habita” (ROMERO, 2011, 17).

Pelo viés geográfico o espaço é compreendido como um sistema integrado entre os meios, de visualização imediata e impessoal do seu todo; enquanto o lugar
É carregado de percepções individuais, de sensações próprias vinda de um repertório único[...] o espírito do lugar é, por outro lado, o conceito usado para indicar o caráter significativo do lugar que o torna habitat seguro e amigável psicologicamente. (ROMERO, 2011, 19)

Como conceito, o lugar significa muito mais que uma localização. Quando há significação e afeto ao ambiente, o indivíduo se sente em casa. Portanto, o recorte geográfico escolhido conduziu a ousadia da construção e transferência da capital e ainda possibilitou todas as condições aprazíveis e de qualidade de vida à cidade. É na Bacia e nas águas de Brasília que estão a memória evolutiva da urb. Portanto, o core é o lugar onde se reafirma a identidade do espaço e da população que nela vivencia, legitimando a cidade como palco de contato, de vivência, de conflitos e trocas.

 

 

Na tentativa de ampliar o discurso para o campo da análise espacial percebemos a Bacia do Paranoá como uma paisagem atuante na fisionomia de um geossistema, onde requer o reconhecimento e a análise dos componentes da natureza, sobretudo através das suas conexões, estabelecendo “referência perceptiva, mediada pela cultura, pelo seu operar na natureza”; “afirmando que a paisagem seria o momento comunicativo entre dois sistemas, o sistema social e o sistema territorial” (NASCIMENTO e STEINKE, 2017).

Dessa forma, é possível crer que, ressignificar a história física do ‘chão’ da cidade, possibilita agregar valor à totalidade histórica local, negando o simplismo científico e a fragmentação geográfica, representada pela generosidade do sítio físico – a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá – em cumplicidade ao planejamento modernista, ambos em espantosa simbiose e sintonia entre o campo natural e a genialidade humana, reconhecida cientificamente e tombada como patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO.

Para melhor interpretação do assunto proposto, a busca metodológica do objeto parte da questão de pesquisa norteadora:
Quais razões e importâncias para que a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá seja reconhecida e apropriada como paisagem matriz, definidora e de memória para explicitar o contexto formador da cidade de Brasília?

As principais referências metodológicas para uma abordagem crítica dessa questão serão:   revisão bibliográfica, o uso sistemático e comparativo de mapas e análise em campo da paisagem, objeto de nosso estudo. 

a.1. Procedimentos referentes à pesquisa, levantamento de dados e informações

 - Estado da arte:

  - Revisão bibliográfica interdisciplinar;

  - Definição da escala base e delimitações;

  - Definição de variáveis a serem consideradas na pesquisa; e

  - Uso de mapas, imagens e fotografias da paisagem observada.

 

b.1. Procedimentos referentes a pesquisa de campo:

   - Reconhecimento da paisagem objeto;

   - Planejamento de itinerários de visita em etapas, cruzando dados teóricos e empíricos;

   - Revisão e reavaliações constantes de mapas, imagens, fotografias, em franco diálogo entre as perspectivas sociais e o arcabouço físico.

Com o intuito de relacionar fatores e causas, o estudo proposto assume como objetivo principal:
Reconhecer a importância da Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá como paisagem matriz, fundamental, definidora e acolhedora para o contexto histórico e estratégico para a formação da cidade de Brasília, ressignificando o conhecimento científico local.

Aparecem também, na tentativa de contribuir e fundamentar o assunto, alguns objetivos específicos, como:

1 - Interpretar a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá como a “alma do lugar” de Brasília e a maior expressão geográfica de memória física e social da capital modernista;

2 - Valorizar a apropriação da Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá como componente geográfico fundamental e explicativo para compreender a dinâmica histórica da capital;

3 - Ressaltar a importância da Geografia Física como componente complementar na dinâmica urbana e social;

4 - Identificar a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá como a própria escala bucólica do Plano Piloto de Brasília, tombada por ser marco da genialidade e patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO.

 

Definido o nosso campo de análise e conceitos, de início percebemos que a história da cidade é bem maior e mais valiosa em referenciais de memória. A importância da criação de Brasília mostra-se muito além de sua exuberante arquitetura e de personalismos políticos, comumente evidenciados.

 A cidade inaugura em solo nacional o pioneirismo em compromisso com o estudo do ambiente a fim de evitar tragédias, inspirando um novo tempo de relação com o meio físico. O projeto ousado para Brasília pode ser visto como um exercício atento de sustentabilidade já nos anos 1950 e ainda experiência em prática do casamento complicado entre a Geografia Física - a Bacia hidrográfica como assoalho receptor do Plano Piloto da cidade - e Humana, representada pelos ideais mudancistas, desde o século XVIII, contribuindo para um diálogo científico em torno da urb. Tudo sendo travado concomitante ao surgimento da nova capital brasileira de estética totalmente moderna, porém apropriada de uma trajetória histórica e memórias de desejos políticos e estratégicos, missões de estudos exploratórios em busca de interpretar a paisagem, que datam desde os tempos monárquicos. 

A Leitura da Bacia e a doma das águas de Brasília: A Missão de Glaziou

 Valorosas contribuições com a criação de Brasília podem ser referendadas em minuciosos estudos previstos para a sua construção. Ganha destaque a Missão Cruls que nos revela privilegiados pesquisadores participantes, entre eles, aquele que viria a ser o responsável direto pelo descobrimento da Bacia do Paranoá, indicando a necessidade de interferência na paisagem com o intuito em fazer ressurgir um grande lago, que proporcionaria, sem dúvida,
além da utilidade da navegação, a abundância de peixe, que não é de somenos importância, o cunho de aformoseamento que essas belas águas correntes haviam de dar à nova capital, despertariam certamente a admiração de todas as nações (Fonseca, 2001, 27)

O botânico, engenheiro e paisagista da Missão Cruls, Auguste François Marie Glaziou foi o visionário que interpretou na paisagem um enorme vale que deveria ser espaço ideal para acomodação da nova capital, banhada por um grande lago e delimitada por uma massa forte de Serras, combinando condições ideais para o desafio proposto. E define, em seu relatório que

Entre os dois grandes chapadões, conhecidos na localidade pelos nomes de Gama e Paranoá, existe imensa planície em parte sujeita a ser coberta pelas águas da estação chuvosa; outrora era um lago devido á junção de diferentes cursos de água formando um rio Parnauá; o excedente desse lago, atravessando uma depressão do chapadão, acabou, com o carrear dos saibros e mesmo das pedras grossas, por abrir nesse ponto uma brecha funda, de paredes quase verticais pela qual se precipitam hoje todas as águas dessas alturas. É fácil compreender que, fechando essa brecha com uma obra de arte.[...]forçosamente a água tornará ao seu lugar primitivo e formará um lago navegável em todos os sentidos (Fonseca, 2001, 27).

No observar da morfologia da Bacia se percebe, em todo seu perímetro, a presença de uma muralha de proteção composta por um conjunto de chapadas (Contagem, Taguatinga, Gama e Paranoá), visto como acidente natural delimitador e facilitador para o projeto da nova capital federal. Fato esse muito bem aproveitado por Lucio Costa para estruturar e acomodar o desenho urbano do Plano Piloto de Brasília em um sítio forte e com características ideais e incomuns, como:

- Generoso complexo de chapadas funcionando como barreira de proteção e delimitação do espaço urbano, ideal para uma cidade capital;

- Apresenta colina de encostas suaves ocupando o centro da Bacia, facilitando a acomodação da escala e do eixo monumental nela, como um divisor de águas interno;

- O lago Paranoá é o ponto de confluência de toda rede hidrográfica da Bacia. Tendo seu escoamento para um único ponto, a Leste do território definido.

 

 

O próprio desenho geográfico do sítio já parecia estar destinado a receber a construção de Brasília. A acertada escolha do terreno já indicava os caminhos para um possível diálogo sustentável. O recorte geomorfológico e a beleza do Cerrado acrescentaram à cidade dimensão estética e humanizadora, pois se trata de
 um sítio convexo. É aberto a todas as influências dos ventos predominantes e, durante os períodos de calmaria, ele tem uma forma topográfica ideal para promover a drenagem do ar[...]Este vale florestado é de tamanho suficiente e fica a uma distância suficiente para não constituir uma desvantagem (CODEPLAN, 1995, 243).

Ainda sobre a dimensão física da paisagem, Romero afirma que

a configuração (do relevo) que define sua paisagem garante a Brasília a visão de um horizonte de 360° e da abóbada celeste como um semi-hemisfério completo (Romero, 2011, 31)

 

 

Além dos elementos da paisagem já identificados, outros como o Lago Paranoá, indicado por Glaziou, foram fomentados para ressignificar o espaço, dando visualização e complementaridade ao sítio que receberia a nova capital. Fatos e fatores físicos foram bastante ilustrativos para direcionar o audacioso projeto de Lucio Costa. É facil perceber que o urbanista

Estabeleceu um vínculo com o espaço e escolheu para a localização da capital o triângulo contido entre os braços do lago[...]na linha do espigão, estabeleceu o eixo monumental acompanhando as curvas de nível que descem até o lago e acomodou o eixo rodoviário (Romero, 2011, 33).

Na análise do contexto é salutar perceber que, do ponto de vista da ocupação da cidade, o urbanista modernista exigia a manutenção da serenidade da linha do horizonte de Brasília com vista desimpedida sobre a paisagem, formando vínculo de construção de identidade da paisagem cultural na bacia do lago Paranoá.

 

 

 

 

 

 

À guisa de conclusão

Assim, surge aqui como objeto de pesquisa a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá, vista como assento principal e de excelência, reconhecida categoricamente como a “alma do lugar” de Brasília. Nela conciliam ecossistemas facilitadores, história e tempos evolutivos, significações e memórias e enormes desafios.

Ingredientes caros e sólidos para embarcarmos no objetivo proposto, onde busca-se compreender a dinâmica da formação do espaço urbano de Brasília, reconhecendo a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá como principal marco geográfico e elemento de identidade e afirmação legítimos da cidade capital do Brasil.

É fácil perceber que Brasília, que nasceu sob o signo da modernidade, se evidencia em um sítio generoso e forte, marcado pela presença evolutiva do Cerrado. Concebida para que o aberto e o desimpedido de sua morfologia fosse usufruído democraticamente, a cidade assume seu espaço de identidade entre os meios – físicos e antrópicos -, consolidando enraizamentos e pertencimentos em sua dinâmica urbana.

Na análise dos fatos, é possível afirmar que a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá representa para a cidade de Brasília o recorte essencial e condutor principal para o surgimento e realização da cidade capital de todos, levando a crer ser este, o maior desafio de preservação ambiental para uma cidade que nasceu como exercício de sustentabilidade urbana e dotada de alma. Por ser, sem dúvida, a “Alma do lugar” de Brasília, a Bacia do Paranoá merece reconhecimento, apropriação e respeito e, sobretudo, cuidados.

De certa forma, vale ressaltar que a Bacia Hidrográfica do lago Paranoá é o espaço geográfico de memória física da cidade. Receptora de toda história do pensamento evolutivo de Brasília, da colônia aos dias atuais, chancela em seu ecossistema o relevante reconhecimento de cidade tombada como patrimônio mundial da humanidade em 1990, por ser um marco urbano do pensamento moderno. 

 

Referências Bibliográficas

BERTRAND, G. Paisagem e geografia física global: esboço metodológico. Curitiba, n.8, p. 141-152,2004. Ed. UFPR

CODEPLAN. O relatório técnico sobre a nova capital da república. Relatório Belcher. 4ª ed., Brasília: GDF/CODEPLAN, 1995.

FONSECA, Fernando (Org.) Olhares sobre o Lago Paranoá, Brasília: Sec. Meio Ambiente, 2001.

NASCIMENTO, R. A. & STEINKE, V. A. Apontamentos teóricos para a relação entre paisagem e fotografia na geografia. Revista Ra’ega – UFPR, agosto. 2017

ROMERO, Marta Adriana Bustos. Arquitetura do lugar: uma visão bioclimática da sustentabilidade em Brasília. 1ªed. S.P: Nova Técnica Editora, 2011.

Artigo apresentado no XIII ENANPEGE – A Geografia Brasileira na Ciência-Mundo: produção, circulação e apropriação do conhecimento, de 02 a 07 de setembro de 2019 – São Paulo – SP. Oliveira, Tony Marcelo Gomes.

 

 

Tony Marcelo Gomes de Oliveira Doutorando em Geografia: UNB. tonymargoli@gmail.com

TOP ∧

Revista InComunidade, Edição de Outubo de 2020


FICHA TÉCNICA


Edição e propriedade: 515 - Cooperativa Cultural, ISSN 2182-7486


Rua Júlio Dinis número 947, 6º Dto. 4050-327 Porto – Portugal


Redacção: Rua Júlio Dinis, 947 – 6º Dto. 4050-327 Porto - Portugal

Email: geral@incomunidade.com


Director: Henrique Dória       Director-adjunto: Jorge Vicente


Revisão de textos: Filomena Barata e Alice Macedo Campos

Conselho Editorial:

Henrique Dória, Cecília Barreira, Clara Pimenta do Vale, Filomena Barata, Hirondina Joshua, Jorge Vicente, Loreley Haddad de Andrade, Maria Estela Guedes, Myrian Naves


Colaboradores de Outubo de 2020:

Henrique Dória, Adán Echeverria, Adelto Gonçalves, Adriano B. Espíndola Santos, Adrian’dos Delima, Álvaro Alves de Faria, Álvaro José Silva, Ana Mafalda Leite, Angela Maria Zanirato Salomão, Antônio Roberto Gerin, Antônio Torres, Caio Junqueira Maciel, Carlos Barbarito, Carlos M. Luis, Carlos Eduardo Matos, Cecília Barreira, Cláudio B. Carlos, Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves ; Dalila d’Alte, org., Dalila d’Alte, Danyel Guerra, Dario Silva, Dennis Ávila Vargas, Deusa d’África, Elisa Scarpa, Fernando Andrade, Francisco Aurelio Ribeiro, Hang Ferrero, Hermínio Prates, João Almino, Lahissane, Lalau Simões, Leila Míccolis, Leonardo Almeida Filho, Lino Mukurruza, Marco Antonio, Maria de Lurdes da Fonseca Marques, Marinho Lopes, Moisés Cárdneas, NILMA LACERDA, Osvaldo Spoltore; Rolando Revagliatti, entrevista, Otildo Justino Guido, Ricardo Ramos Filho, Robson Deon, Sebastián Rivero, Textos, Tiago Rabelo, Tony Marcelo Gomes de Oliveira, Vítor Burity da Silva, Waldo Contreras López, Wilson Alves-Bezerra


Foto de capa:

EDVARD MUNCH, 'Perto do leito da morte (febre)', 1915.


Paginação:

Nuno Baptista


Os artigos de opinião e correio de leitor assinados e difundidos neste órgão de comunicação social são da inteira responsabilidade dos seus autores,

não cabendo qualquer tipo de responsabilidade à direcção e à administração desta publicação.

2014 INCOMUNIDADE | LOGO BY ANXO PASTOR