ANO 5 Edição 74 - Novembro 2018 INÍCIO contactos

Rita Santana


Poemas

ADUSTO
Primeiro Movimento

 

Ele me invade, árcade selvagem!
E lança suas mãos ávidas sobre
A minha pele de avelã madura,
Sobre a minha casca de aroeira.
Abeira-me de abismos e abius.

 

Toca a minha pele de tâmara -
Qual trovador em cítara -
Matura o tempo do meu luto
E engravida-me de avencas.

 

Vejo-o mascar nêsperas de esperas
Para ver a flama do meu Desejo.
Vate do Alentejo!

 

E eu, que tanto tramara muros,
Furto seu nome que
- de eloquência e loquacidade -
Excitara precipícios de manhãs
Em minhas planuras de Poeta.


Entanto, nada me alenta!
E, ao relento, clamo por seu epíteto,
Eu, bastarda pantera de pântanos!
Contemplo-o aliciar palavras
Que serão doadas ao meu Oratório!
Ao meu templo de dispersões e cordilheiras.

 

Manifesto a minha Divindade
Em protestos de fúria.
Eu, toda feita de ínsulas e rudezas,
Uma ilhoa sacerdotisa
A cultivar papiros
No Oráculo de Sapho.

 

Vejo o meu Vate
Assistir ao itinerário da trepidez da Mulher
- toda eu!
Que tremula em sua presença.
Tocada pela arquitetura dos seus gestos
E pelos alicerces e declives
Da palma da sua mão.
A mesma mão que alimenta o gado
E que me alivia a fome,
O estado de viuvez
E de ausência.

 

 

 

 

 

 

Segundo Movimento

 

- Vem, Adusto!
Consome meu ventre
E adentra meus poros!
Sê justo, derrama teu sêmen
E tua semeadura de Servo
Sobre as minhas alfombras,
Sobre os meus alfarrábios,
Alforrias, o meu tratado de veias,
Tramelas, arcas, eras, heranças e plagas.

 

- Enterra a tua fidelidade de Sáurion
Em sarcófagos da memória.

 

Eis-me toda cômoros
E comoção de cavidades,
Toda inumação de abrasamentos,
E de brasas.
Toda inumação de archotes de vontades acesas.

 

- Grado!

 

Assim, chamo-te, pois há muitos nomes
Para te ocultar da avidez das mulheres
E da sordidez tirânica dos homens.
Eram tuas, Grado, as candeias,
Os candelabros, os candeeiros
Que arfavam luzes sobre os nossos pelos
E sobre as nossas bocas desmaiadas,
Ante os cânticos de Salomão e a sapiência da Rainha de Sabá!
Naquele campo noturno das avenas,
Fizeste--me revelação de árias e templários.
Desvelaste, em anunciação de mistérios,
Sacros nomes: Baobá, Barriguda, Imbondeiro!

 

Desses tempos, Adusto, tenho feito minha homilia,
Minha hóstia, minhas oferendas.
Meus sacrifícios de animais, de sangue,
De penas, de mortes e de vidas.
Sulcos rompem meu corpo
E, nauta e louco, o teu olhar
Ainda imprime em mim desígnios
De fome e tormentas!

 

- Gótico Senhor dos Passos,
Senhor dos meus Vestígios,
Senhor dos meus tormentos de Escriba!
Vem, criva-me de cravos, bromélias, anêmonas!
Vem, criva-me de fados, fandangos, fagotes!

 

Em Carcassone, Árcade Selvagem,
Quedam-se meus burgos.
Abro minhas defesas para tua epiderme,
Tu, verme gentil que me consumiste a pele,
Entrego-te ânforas onde armazeno
Aromas e câimbras de amores pretéritos.

 

- Adusto, vem!
Aporta novamente em minha Casa
E anula qualquer nuança de presença alheia
Em meu leito, em minha alcova
Ou no rocio que cerca o meu terreiro.
Pousa teus olhos sobre o meu Universo,
Pois, tudo que o teu olhar toca
É-me sagrado!
E ganha magnitude de Eterno.   
- Não vês?
A minha pele fez-se imortal e casta.
Temo levitar sobre as evidências do mundo.
Temo levitar - em observância - sobre o teu cotidiano apaziguado.
Temo realizar milagres de peixe, vinho e pão.
Temo hipnotizar bússolas, ponteiros
E as translações da terra!
Temo tornar-me nociva ao mundo, às marés
E aos ciclos eternos da Lua.
Tamanho é o meu poder de fêmea tocada.
Sinto-me Harpa destinada a te conduzir,
Enfim, de volta, àquele sítio onde só há
Desejo.

 

 

 

 

 

 

Panfleto para Pirilampos e Magnólias



Há um aneurisma no cérebro do País
Esperando o tempo da explosão.
Pirilampos apagados
Buscam faróis na noite da Baía,
No mistério do dique, das docas.
Celebro manifestos insurrectos
Onde a Poesia cataclisma,
Hekatomba.

 

Estampo relâmpagos nos muros.
Uma hemorragia inunda
De sangue o oxigênio das horas.
O sangue pletora utopias, risos e chamas.
Apesar da grande noite que se abate sobre o País,
O combate permanece no silêncio das tumbas,
Na obscuridade dos pesadelos,
Nas vontades recolhidas por Blimunda.
O horror retumba sobre as casas.
Enquanto engenho palavras
E lavro novos âmagos.

 

Na Colômbia,
Há Ceibas na estrada para Córdoba,
E suas raízes guardam segredos
De viajantes, de plantadoras de café,
De homens que bebem a noite
E sorvem nossas magnólias
(Magnólias brancas de Billie).
Mulheres que mascam tristezas, fumos.
Ceibas mulheres que sustentam o céu,
E acolhem ancestralidades ameríndias.
Assim, desmoronam colinas inteiras dentro de mim.

 

Há acordes de desolação,
Sinfonia de silêncios,
Lassidão dos sonhos, das crenças.
Atavismos seculares nas paredes,
Nos retratos, nas páginas diárias da História.
Nosso leito está vazio.
Nosso eito, sem arado.
Somos um rio seco, sem curso.
Somos um poço escuro e profundo,
Onde não vivem sequer bagres albinos.
Discurso para desertos, para ossos e rochedos,
Para homens surdos e mulheres apáticas.
Somos um Paraguaçu de fósseis, de lembranças marinhas.
Além da devastação em nossas margens,
Aragem alguma suaviza as dores do presente.
Não vislumbro novas galáxias.
Apenas patíbulos de condenados suicidas.
Apenas juízes e delatores,
Apenas sigilos oportunos.
Há um vazamento de tristezas em nossos olhos,
Cataratas mudas aguardam a vertigem do Espírito do Tempo.
E desencantos mofam nossas paredes.
Como mulher: dilato-me!

 

Por todas as casas do País, há plantação de palmas.
E almas perecem de sede e desencanto.
Mucugê é um jardim de pedras
Cujas pétalas são nossos corações embrutecidos.
O cafezal ameaça as flores do lugar.
O manguezal avança sobre sutilezas de cores.

 

Há um aneurisma em mim
Que também explodirá!
Há um aneurisma nos justos
E naqueles que buscam alegrias coletivas.
Canso-me dos homens
E dos tentáculos da sua arrogância
Que invadem meus abismos,
Minhas sutilezas, minhas cerâmicas, meus musgos.

 

Canso-me dos homens
E da sua estupidez de pedra
Da sua obscuridade de gruta,
Seu estado de inércia,
Sua velhice precoce,
Sua adolescência perpétua.
Sua covardia de demônios.
Sua desistência, seu desamor.
Sou uma mulher da América Latina!
Sou uma voz diaspórica, negra!
Venho de uma África que me busca.
E o que faço é atravessar oceanos,
Decifrá-la em mim, em meu território.
Minha pena é o meu remo.
Minha pena é a minha bússola.
Minha pena é também minha nau.

 

Canso-me dos abutres, das raposas,
Dos leopardos e da prepotência dos intelectuais.
Ninguém me faz feliz!
Ninguém tem a chave!
Quem nutre a memória de mim?
Quem projeta meus delírios em suas cavernas?

 

Há um ranço de família na poeira das mobílias.
Ranço de nomes na cartografia das lápides.
Ranço do poder na energia das vozes,
Na seleção dos vocábulos.
Há o vício dos brancos, o vício do poder dos homens.
Sou feminista quando me desconstruo,
Travo embates com a existência
E enfrento temores.
Há um ranço de poder nas elites.
Há estalactites nos cérebros,
Estalagmites entre o sexo e a alma.

 

Há desvãos insondáveis dentro de mim.
Ninguém me acha, ninguém me vê,
E, hoje, ninguém me habita.
Há um labirinto dentro de mim,
Que apenas eu me percorro solitariamente aos domingos.
Apenas eu mínguo de vésperas e de escolhas.
Apenas eu recolho âncoras
E trago pavões em minhas saias.
Dragões e mandrágoras residem nas rendas
Das minhas negras anáguas.
Apenas eu sou casta,
Pois vivencio a solidão absoluta das divindades.

 

Trago em mim a ilusão de reter o tempo,
A extensão da vida, da morte.
Inútil reter a convulsão dos diamantes!
E a combustão dos diademas.
Inútil reter sementes, óvulos e afetos!
Inútil, pois o belo expira.
O amor definha.
E a história é feita de fios que se desfazem
No ano do Galo.
Restam vestígios e sombras apenas.

 

Os girassóis de Van Gogh estão mortos!
Somente agora os vejo cadáveres.
Somente agora murcham e enlouquecem
Diante das minhas janelas barrocas.
Há desolação em meu peito
E o coração assombra-se com
Conspirações, golpes.

 

A Poeta cisma da sua escrivaninha
E gira na convulsão do mundo.
A Poeta transita entre as minas de ouro da Colômbia
Em amnésia, em guilhotinas, em fraudes.
Atordoada de si mesma e da sua condição.
O estúpido americano ataca a língua de Lorca!
O Chile, em incêndios.
Imigrantes sofrem açoites, pânicos.
Tudo o que canto faz-se poeira cósmica.
Tudo o que canto evade-se sem eco.
Tragam-me o ópio, o haxixe e o absinto!

 

 

 

 

 

 

Ácaros e Culpas

 

Eu descobri entre ácaros e culpas
Que não sorrio há muitos rios e embarcações.
O meu nome ficou entre o limo das pedras
E você seguiu sem mim em diáspora sem par.
Cavando velhos fósseis entre as lembranças
Dos remorsos que carcomem a seiva dos sobreviventes.
Deixando a herança inflada dos cansanções
E a ira das ressacas deixadas pelos olhos de Capitu.

 

Você seguiu mascando urtigas no meu velório.

 

E eu, como esta máquina de datilografia,
Estou entregue, há anos, ao desamor
Das coisas apropriadas ao Abandono.*

 

O meu sol, consolo não tem!
Nem manchas vermelhas sobre a pele,
Nem resfriamentos no inverno da carne,
Nem meras subjetividades de palavras vazias.

 

 

 

 

 

 

Andorinha

 

As andorinhas existem!
Saíram das páginas do livro
E resolveram viver
Nas alvenarias
Do invisível.

 

Mas a tua ausência dentro de mim é puríssima dor.
Não há voo que dissipe minha esperança.
Nem vento, nem rosa, nem crença
Que suavize a melancolia parasita nos ossos.

 

Alheios desejos nos levaram
Para ilhas opostas:
Tu foste para Creta.
Eu, para o Crato.
E do anonimato dos dias
Tenho feito poesia secreta
E prosadura.

 

 

 

 

 

 

Receptáculo da Bondade
                                                       

A minha infelicidade vem da tua casa à beira-mar
Vendo-me correr o meu vagar pela praia.
Sei da tua ausência pelo cheiro,
Pela falta de vida nas ondas.
Eu, cega em antigas saídas da alma,
Não quero meus textos frouxos na tua película
De vinhática virilidade servil.
Tampouco quero o teu francês na minha língua,
Tramando aturdimentos.

 

Não quero a tua delicadeza fingida
Dedilhando minha vagina expressionista.
Bem certa estou de que tu és
O delator dos meus delitos.

 

Não quero o teu anel roçando
O meu desejo lírico com promessas,
Nem profecias proféticas
De outra vez amar,
Amar o mar da nossa terra.

 

Não quero meu livro de versos íntimos
Entre teus dedos,
Imunes à eternidade das ostras negras,
E aos lírios lilases do meu quintal.
Nem quero saber dos teus dias de suntuosidade,
Durante a minha ausência paladina.

 

Sou a mulher por quem a tua esfinge procura
Nos pesadelos cheios de gozo e fortuna de afeto.
Sou toda brusquidão e rudezas de amor,
E rezo por nós dois à toa, sem estações,
Sem toadas nem eras, nem bolos de carimã.

 

Quero pousar no teu dia vez ou outra
Para assoprar tua gravata,
E desatar os nós do teu sapato lustroso.

 

És bárbaro,
Na arrogância dos diamantes
Que escapam do teu palato duro.
Deixa-me dormir em paz!
Sem que interrompas o meu sono
De exaustão operária.
Dez horas depois,
Estejas a acariciar meu sono de menina eterna,
Ao som da tua desgraça de poeta sem portas,
Sem machados nem cancelas.

 

Quero ofertar minhas soluções e meus soluços
À face do que em ti é Absoluto e é Eterno.
À face do que em ti é Amatividade e Amavios,
Apesar das derrocadas, das implosões,
E dos mistérios escolásticos da penitência.
Quero, hoje, ter saudade de qualquer vertigem
Que tenha sido nossa, qualquer ilusão
Que tenha saído da tua honradez absoluta
De macho curioso por meu mutismo.

 

O meu pai morreu sem te ter à mesa
Ofertando ao velho a minha condição de ser tua,
E de querer de mim o meu grande ventre
De mulher bem parideira e fazedora de sonhos.

 

Deixa-me dormir nas calçadas,
Sem teu ódio vencido
De macho traído
Mil vezes por esta fêmea que te adora.
E que por isso busca em teus pares
Relíquias do teu cheiro.
Busca em teus pares a tua pele nobre de rei etíope.
Busca, na verve dos teus discípulos,
Vestígios de tua fome sobre o meu corpo exausto.
Por isso, busco nos teus consanguíneos
Alguma razão para o caos da tua inapetência
Diante dos meus propósitos de mulher.

 

Eu, este receptáculo da Bondade.

 

 

 

 

 

 

Langor

 

Há sol demais na paisagem.
Moinhos de vento
Atormentam meu dia.
O casario recolheu o rutilar
Da minha vontade,
E eu, à sombra, deitei minha vocação
De campesina.

 

Minha boca pede água,
Somente meus pés pedem língua.
Tenho cansaço nas veias
De tanto deixar tecidos
Soltos no caminho.

 

Pescoço dança violoncelo,
Cintura requebra em violinos,
O meu vagar já é tão certo
Quanto a infelicidade dos dezembros.

 

Vem! Rega meu baixo ventre
Com aquilo que, em ti, é abundância.
Mas não venhas com esperas!
Estou mole, mole.
Quero abrir-me as pernas ao vento.

 

(Tratado das Veias/2006)

 

 

 

 

 

 

Cânhamo

 

O tempo envelhece o telhado
E desola os meus ovários.
Teço cânhamo em São Luís
Teço o dia inteiro,
Teço a noite inteira,
Teço em todas as horas do meu dia
O tecido que não vestirei.

 

Invado rios em busca
Das dunas e me acanho diante
Do teu nome de assombros
Diante da tua boca de veleiros
Que não me deixa falar
Diante da tua presença
Que não me deixa existir.

 

Minha terra tem buritis
E no meu coração
Há um curso de cicios silenciados.
Discursos emudecidos.

 

Há emaranhados de maranhões em mim.

 

 

 

 

 

 

Deserto

 

Ausências cercam meu território desértico
E eu afugento galinhas imaginárias
Para parecer menos bamba na fotografia
Das civilizações esquecidas.
Ainda ontem estive mulher e foi bom.
Hoje, sou dada a versos e continuo a ser mulher.
Mas como dói.

 

Dói o silêncio inócuo dos suplementos
E o ostracismo estético dos Colossos de sal.

 

Quero a desmemória do efêmero,
Do fácil, e do tangível.

 

 

 

 

 

 

Ílio

 

Osso meu,
Na ilicitude dos meus requintes.
Cravado em terreno fértil de flamas,
Abnegado esterco na orgia
Dos meus desacertos correntes,
Corpórea mácula na vértebra do meu querer.

 

Homem Ilíaco!
Indagam sobre minhas adegas
E meus repastos de fêmea acometida
Pelas danosidades da carne.
Indagam sobre minhas vestes e os meus vexames.
Apontam-me entre as professas
Enquanto devassam meus pergaminhos
De mulher conhecedora de homem.

 

Indagam sobre os meus tormentos
Indagam sobre certas Adagas
Fincadas no lastro da minha cama.

 

 

 

 

 

 

Inclemências

 

A pedra seca abriga resíduos
Fósseis da saudade extinta.
O tempo roga inclemências Ermas
Nas fibras do meu desespero.
E pinta dor de espátulas
No desconsolo das vésperas.

 

Diante destes navios,
Minha janela se cansa.
E eu, fruta peca,
Flor sem pétalas,
Coração de máculas,
Mergulho muda
Num mundo-mar de vastidões.

 

Cansei de ser triste
Cansei desta matéria
Que alimenta e devora
A Poeta,
A Porta da minha casa,
A Puta da avenida Sete.

 

Aos demônios o cacete
Dos homens demasiadamente
Homens!

 

Infensos à demência réptil

Da minha esperança Yerma.

 

(foto de Vinícius Brito)

 

Rita Santana é atriz, escritora e professora de Língua Portuguesa na Rede Estadual de Educação do Estado da Bahia. Em 2004, foi uma das premiadas no Braskem de Cultura e Arte para autores inéditos com o livro de contos Tramela. Logo depois, o seu livro “Tratado das Veias” (poesia) foi publicado pelo extinto selo Letras da Bahia, em 2006. A Editus publicaria o seu “Alforrias” (poesia) em 2012.  Participa da antologia “Outro Livro da Estante” organizada por Herculano Neto e publicada pela Mondrongo em 2015, com o conto “Ondas, Trânsitos e Trilhos”, além de ter o seu poema “Adusto” publicado na revista “organismo”, projeto do Editor Jorge Augusto, organizada por Ederval Fernandes e Alex Simões. Em 2015, participa da FLICA, em Cachoeira. Ainda em 2016, participa na Colômbia do XVI Festival Internacional de Poesia de Cali e do III Encuentro Internacional Mujeres Poetas En El Camino Del Café País De Las Nubes. Em 2018, participa do projeto Pontos Que Nos Unem: Diálogo dos Afetos, na Casa de Angola na Bahia; participa da Fligê – Festa Literária de Mucugê a convite dos Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras.

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Revista InComunidade, Edição de Novembro de 2018


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Colaboradores de Novembro de 2018:

Henrique Dória, Adán Echeverría, Adelto Gonçalves, Adriane Garcia, Sérgio Fantini, org., Angela Maria Zanirato Salomão, Caio Junqueira Maciel, Carlos Alberto Gramoza, Carlos Matos Gomes, Federico Rivero Scarani, Guido Viaro, Jandira Zanchi, Jorge Castro Guedes, Julio Inverso ; Federico Rivero Scarani, Krishnamurti Goés dos Anjos, Leila Míccolis, Luiz Otávio Oliani, Maged Elgebaly, María Malusardi ; Rolando Revagliatti, entrevista, Marinho Lopes, Marta Aguiar, Moisés Cárdenas, Nagat Ali, Pollyana Quintella ; Bianca Madruga, Ramon Carlos, Ricardo Ramos Filho, Rita Santana, Sandra Poulson, Silas Correa Leite, Tadeu Sarmento, Thiago Arrais


Foto de capa:

CANDIDO PORTINARI, 'Painel Tiradentes: detalhe 3: execução de Tiradentes', 1948.


Paginação:

Nuno Baptista


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